Espaço dedicado à troca de ideias sobre as bibliotecas e a área da bibliotecnomia
quinta-feira, junho 16, 2011
segunda-feira, maio 23, 2011
Seminário 'O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos' - 23 e 24 de Maio, Braga
A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas – Delegação Regional do Norte, em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e a Tecminho, convida todos os interessados a participar no Seminário “O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos”, a decorrer no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, nos próximos dias 23 e 24 de Maio.
As inscrições devem ser efectuadas em linha, nesta página. O preço de inscrição para os associados BAD é de 12.00€ e para os não associados 15.00€. As inscrições são limitadas.
Os participantes terão direito a um certificado de formação emitido pela TecMinho, entidade acreditada pela DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.
Consulte o website do Seminário: http://ambientedigitalaberto.wordpress.com/
IN: http://a-informacao.blogspot.com/
O evento de dois dias está estruturado em quatro Painéis Temáticos (Ambiente Digital, Propriedade Intelectual em Ambiente Aberto, Acesso Aberto ao Conhecimento Científico e Arquivos Abertos), e contará com a presença de ilustres convidados, em representação de diversas entidades públicas e privadas, como a Universidade do Minho, a Universidade do Porto e a Universidade de Coimbra, a Agência para a Sociedade do Conhecimento, a Câmara Municipal de Famalicão, a Biblioteca Municipal de Oeiras, a Sociedade Portuguesa de Autores, a AGECOP – Associação para Gestão de Cópia Privada, e empresas especialistas na gestão de arquivos definitivos, gestão integrada de bibliotecas, gestão documental, repositórios digitais, e preservação digital.
As inscrições devem ser efectuadas em linha, nesta página. O preço de inscrição para os associados BAD é de 12.00€ e para os não associados 15.00€. As inscrições são limitadas.
Os participantes terão direito a um certificado de formação emitido pela TecMinho, entidade acreditada pela DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.
Consulte o website do Seminário: http://ambientedigitalaberto.wordpress.com/
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RDA: um novo paradigma na catalogação
Acaba de ser publicado um dos primeiros livros na língua portuguesa sobre a nova norma de catalogação denominada RDA (Recursos: Descrição e Acesso). Essa nova obra é de autoria de Chris Oliver, coordenadora de Catalogação da McGill University Library, em Montreal (Canadá), e tem como título Introdução à RDA: um guia básico (1) [Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p.]. A edição original em inglês foi publicada em 2010, pela American Library Association. Portanto, ambas as edições possuem conteúdos muito recentes.
Como se sabe a RDA está provocando uma enorme mudança na catalogação internacional desde a publicação da segunda edição do Código de catalogação anglo-americano – com edição brasileira publicada pela FEBAB em 1983 e em 2004, agora incorporando a revisão de 2002; também existe uma reimpressão, lançada em 2010 (2-4). Pensava-se que seria lançada uma nova edição do código de catalogação e que a sua nova sigla, continuando a longa tradição das versões anteriores, fosse AACR3. Além disso, essa nova edição certamente iria incluir as modificações geradas pelas atualizações ocorridas no formato MARC 21. Mas, a longa tradição de edições sucessivas do AACR foi quebrada e não teremos o AACR3!
Todavia, “apesar de manter uma forte relação com as AACR2, a RDA delas difere em muito, devido a ser baseada numa estrutura teórica, ter sido projetada para o ambiente digital e seu escopo ser mais abrangente do que o das AACR2” (p. 1). De fato, as normas da RDA são baseadas nos modelos conceituais do Functional Requirements for Bibliographical Records (FRBR, Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) e do Functional Requirements for Authority Data (FRAD, Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade), e incorporam um ponto de vista impensável anos atrás. Agora a estrutura da descrição bibliográfica inclui também o acesso à informação do objeto descrito como um todo.
O novo livro está composto por sete capítulos. O primeiro, intitulado “O que é a RDA?”, mostra a base teórica na qual a RDA foi baseada. A autora menciona que “a RDA consiste num conjunto de instruções práticas, que, no entanto, baseia-se numa estrutura teórica que define a forma, a estrutura e o conteúdo desta nova norma” (p. 1). Os dados RDA podem “ser codificados com o emprego de esquemas existentes, como o MARC21, Dublin Core, MODS e também podem ter correspondências estabelecidas com outros esquemas, atuais ou futuros. (...) os dados RDA também foram projetados para serem usados no ambiente da Rede e em novos tipos de estruturas de bases de dados. (...) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionais, analógicos e digitais, dentro e fora da biblioteca” (p. 3).
O segundo capítulo aborda as relações da RDA com as normas, modelos e princípios internacionais. Nele é apontado que a RDA “emprega os conceitos, a terminologia e os princípios reconhecidos pela comunidade internacional de catalogação. Baseia-se em tradições catalográficas existentes embora também se leve em conta a forma como os dados das bibliotecas serão usados no futuro. (...) A RDA foi desenvolvida para se encaixar na matriz de normas internacionais de descrição de recursos” (p. 8).
O terceiro capítulo comenta o FRBR e FRAD na RDA. Aí se afirma com detalhes que a RDA é de fato uma aplicação desses dois modelos conceituais. “Esses modelos moldaram a estrutura da RDA e influenciaram a linguagem empregada nas instruções” (p. 17). Um aspecto interessante é apontado pela autora: “os modelos FRBR e FRAD são modelos de entidade-relação. Foram desenvolvidos com o emprego de enfoque e metodologia semelhantes. O ponto de partida de ambos os modelos são os usuários e suas necessidades. (...) As necessidades do usuário são definidas em termos de tarefas de usuário. (...) Há quatro tarefas de usuário relativas ao uso de dados bibliográficos, e quatro relativas a dados de autoridade” (p. 19-20).
Continuando, a autora enfatiza que “o foco não está no catalogador que cria um único registro, mas no usuário que busca esse registro em grandes catálogos ou bases de dados” (p. 22). Mostra também que a RDA dá ênfase ao registro de relações.
O quarto capítulo explica que a RDA é a norma que substitui as AACR2, mas que coexiste uma continuidade entre ambas, a saber: a mesma estrutura de governança; a RDA foi construída sobre os mesmos alicerces das AACR2; muitas instruções foram derivadas das AACR2 e os novos registros catalográficos serão compatíveis com o antigo código de catalogação.
O quinto capítulo aborda as diferenças e similaridades existentes entre a RDA e o AACR2. Nessa parte da obra analisam-se os aspectos relacionados com a implantação da RDA. Nessa transição as associações profissionais, as escolas de biblioteconomia e o próprio profissional exercerão papéis primordiais para que essas mudanças sejam feitas de forma tranquila. Aqui vale a pena apontar um importante aspecto: para que as normas RDA sejam implantadas e largamente utilizadas no Brasil e nos outros países lusófonos elas precisam ser traduzidas com certa urgência. É quase certo que a barreira linguística pode ser um empecilho para a transição das normas das AACR2 para a RDA.
No último capítulo a autora comenta as vantagens, o presente e o futuro da RDA no contexto informacional. Ao finalizar ela aponta que “na medida em que os catalogadores forem construindo o corpo de dados RDA, os usuários começarão a notar as vantagens de uma norma que coloca suas necessidades no centro” (p. 130).
Com todo esse contexto das tecnologias da informação, especialmente a internet, ficou inevitável a demanda de novas normas de catalogação que pudessem descrever os novos objetos digitais. Assim, o universo bibliográfico fica agora atualizado e de posse de regras que finalmente poderão descrever esse contexto da informação digital surgido nos últimos quinze anos. As normas da RDA vêm dar ao bibliotecário e a outros profissionais de informação um moderno e prático instrumento imprescindível para o bom exercício profissional na área de catalogação nesse mundo digital.
O livro, portanto, é editado no momento certo. Ele pode servir como um prático e didático ponto de partida para os profissionais e estudantes nesse processo de transição ora iniciado.
Referências bibliográficas
(1) OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 978-85-85637-45-3
(2) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983. 2 v.
(3) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002 São Paulo: FEBAB; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. ISBN 8585024046
(4) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002, reimpressão. São Paulo: FEBAB, 2010. 2 v. ISBN 9788585024048
IN: http://a-informacao.blogspot.com/
Como se sabe a RDA está provocando uma enorme mudança na catalogação internacional desde a publicação da segunda edição do Código de catalogação anglo-americano – com edição brasileira publicada pela FEBAB em 1983 e em 2004, agora incorporando a revisão de 2002; também existe uma reimpressão, lançada em 2010 (2-4). Pensava-se que seria lançada uma nova edição do código de catalogação e que a sua nova sigla, continuando a longa tradição das versões anteriores, fosse AACR3. Além disso, essa nova edição certamente iria incluir as modificações geradas pelas atualizações ocorridas no formato MARC 21. Mas, a longa tradição de edições sucessivas do AACR foi quebrada e não teremos o AACR3!
Todavia, “apesar de manter uma forte relação com as AACR2, a RDA delas difere em muito, devido a ser baseada numa estrutura teórica, ter sido projetada para o ambiente digital e seu escopo ser mais abrangente do que o das AACR2” (p. 1). De fato, as normas da RDA são baseadas nos modelos conceituais do Functional Requirements for Bibliographical Records (FRBR, Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) e do Functional Requirements for Authority Data (FRAD, Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade), e incorporam um ponto de vista impensável anos atrás. Agora a estrutura da descrição bibliográfica inclui também o acesso à informação do objeto descrito como um todo.
O novo livro está composto por sete capítulos. O primeiro, intitulado “O que é a RDA?”, mostra a base teórica na qual a RDA foi baseada. A autora menciona que “a RDA consiste num conjunto de instruções práticas, que, no entanto, baseia-se numa estrutura teórica que define a forma, a estrutura e o conteúdo desta nova norma” (p. 1). Os dados RDA podem “ser codificados com o emprego de esquemas existentes, como o MARC21, Dublin Core, MODS e também podem ter correspondências estabelecidas com outros esquemas, atuais ou futuros. (...) os dados RDA também foram projetados para serem usados no ambiente da Rede e em novos tipos de estruturas de bases de dados. (...) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionais, analógicos e digitais, dentro e fora da biblioteca” (p. 3).
O segundo capítulo aborda as relações da RDA com as normas, modelos e princípios internacionais. Nele é apontado que a RDA “emprega os conceitos, a terminologia e os princípios reconhecidos pela comunidade internacional de catalogação. Baseia-se em tradições catalográficas existentes embora também se leve em conta a forma como os dados das bibliotecas serão usados no futuro. (...) A RDA foi desenvolvida para se encaixar na matriz de normas internacionais de descrição de recursos” (p. 8).
O terceiro capítulo comenta o FRBR e FRAD na RDA. Aí se afirma com detalhes que a RDA é de fato uma aplicação desses dois modelos conceituais. “Esses modelos moldaram a estrutura da RDA e influenciaram a linguagem empregada nas instruções” (p. 17). Um aspecto interessante é apontado pela autora: “os modelos FRBR e FRAD são modelos de entidade-relação. Foram desenvolvidos com o emprego de enfoque e metodologia semelhantes. O ponto de partida de ambos os modelos são os usuários e suas necessidades. (...) As necessidades do usuário são definidas em termos de tarefas de usuário. (...) Há quatro tarefas de usuário relativas ao uso de dados bibliográficos, e quatro relativas a dados de autoridade” (p. 19-20).
Continuando, a autora enfatiza que “o foco não está no catalogador que cria um único registro, mas no usuário que busca esse registro em grandes catálogos ou bases de dados” (p. 22). Mostra também que a RDA dá ênfase ao registro de relações.
O quarto capítulo explica que a RDA é a norma que substitui as AACR2, mas que coexiste uma continuidade entre ambas, a saber: a mesma estrutura de governança; a RDA foi construída sobre os mesmos alicerces das AACR2; muitas instruções foram derivadas das AACR2 e os novos registros catalográficos serão compatíveis com o antigo código de catalogação.
O quinto capítulo aborda as diferenças e similaridades existentes entre a RDA e o AACR2. Nessa parte da obra analisam-se os aspectos relacionados com a implantação da RDA. Nessa transição as associações profissionais, as escolas de biblioteconomia e o próprio profissional exercerão papéis primordiais para que essas mudanças sejam feitas de forma tranquila. Aqui vale a pena apontar um importante aspecto: para que as normas RDA sejam implantadas e largamente utilizadas no Brasil e nos outros países lusófonos elas precisam ser traduzidas com certa urgência. É quase certo que a barreira linguística pode ser um empecilho para a transição das normas das AACR2 para a RDA.
No último capítulo a autora comenta as vantagens, o presente e o futuro da RDA no contexto informacional. Ao finalizar ela aponta que “na medida em que os catalogadores forem construindo o corpo de dados RDA, os usuários começarão a notar as vantagens de uma norma que coloca suas necessidades no centro” (p. 130).
Com todo esse contexto das tecnologias da informação, especialmente a internet, ficou inevitável a demanda de novas normas de catalogação que pudessem descrever os novos objetos digitais. Assim, o universo bibliográfico fica agora atualizado e de posse de regras que finalmente poderão descrever esse contexto da informação digital surgido nos últimos quinze anos. As normas da RDA vêm dar ao bibliotecário e a outros profissionais de informação um moderno e prático instrumento imprescindível para o bom exercício profissional na área de catalogação nesse mundo digital.
O livro, portanto, é editado no momento certo. Ele pode servir como um prático e didático ponto de partida para os profissionais e estudantes nesse processo de transição ora iniciado.
Referências bibliográficas
(1) OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 978-85-85637-45-3
(2) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983. 2 v.
(3) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002 São Paulo: FEBAB; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. ISBN 8585024046
(4) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002, reimpressão. São Paulo: FEBAB, 2010. 2 v. ISBN 9788585024048
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quinta-feira, maio 12, 2011
IX Jornadas de Ciência da Informação - 17 de Maio de 2011
À semelhança dos anos anteriores, irão realizar-se as Jornadas de Ciência da Informação, que vão já sua na nona edição. Numa organização conjunta dos alunos da Licenciatura em Ciência da Informação (LCI) e do Mestrado de Ciência da Informação (MCI) da Universidade do Porto estarão em analise "Os dez anos de LCI na U.Porto".
As Jornadas decorrerão no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com início previsto para as 9h, terminando às 18h. As inscrições estão a decorrer aqui até ao próximo dia 15 de Maio.
In: http://a-informacao.blogspot.com/
As Jornadas decorrerão no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com início previsto para as 9h, terminando às 18h. As inscrições estão a decorrer aqui até ao próximo dia 15 de Maio.
In: http://a-informacao.blogspot.com/
Com quantos troncos se constrói uma biblioteca?
(Notícia retirada do PublishNews, 10/05/2011)
Em Belim, bem na esquina das ruas Kollwitzstraße and Sredzkistraße, no charmoso bairro de Prenzlauer Berg, fica uma nada tradicional biblioteca. Ela não tem nome, nem porta, nem parede, nem mesa e tampouco um bibliotecário pedindo silêncio. Pega livro quem quer, deixa livro quem quer. Construída com quatro troncos de árvores mortas, essa biblioteca natural é mais um dos pontos de troca de livros do BookCrossing. As obras da biblioteca-árvore, que estão ali só de passagem, ficam protegidas da chuva e do vento em prateleiras fechadas com portinhas de plástico, e estão ao alcance até das crianças.

Em Belim, bem na esquina das ruas Kollwitzstraße and Sredzkistraße, no charmoso bairro de Prenzlauer Berg, fica uma nada tradicional biblioteca. Ela não tem nome, nem porta, nem parede, nem mesa e tampouco um bibliotecário pedindo silêncio. Pega livro quem quer, deixa livro quem quer. Construída com quatro troncos de árvores mortas, essa biblioteca natural é mais um dos pontos de troca de livros do BookCrossing. As obras da biblioteca-árvore, que estão ali só de passagem, ficam protegidas da chuva e do vento em prateleiras fechadas com portinhas de plástico, e estão ao alcance até das crianças.


Bibliotecas britânicas preocupadas
(Notícia retirada do Publishnews, 14/04/2011)
Os bibliotecários britânicos andam meio apreensivos com o fechamento de bibliotecas e com o corte de verba feito pelo governo para tentar minimizar o impacto da crise econômica. Na Feira do Livro de Londres, Tim Coates, um dos mais ativos defensores das bibliotecas, criticou as editoras por não tomarem partido. De acordo com ele, 500 unidades correm o risco de fechar este ano, e se ninguém lutar esse número pode chegar a 1.000 em 2012. Em outro painel, Kate Price, bibliotecária da Universidade de Surrey, voltou à questão criticando o pouco dinheiro que terão para continuar o trabalho e, sobretudo, para se adaptarem às mudanças impostas pela era digital. Outras dificuldades segundo a bibliotecária são: como catalogar todos os aplicativos, como acessar o conteúdo digital e também a falta de conteúdo disponível para bibliotecas, já que muitas vezes o que pode ser comprado pelo público ainda não tem licença para bibliotecas. Uma das ideias para combater a crise que se abre é que os alunos paguem uma taxa para usar os materiais durante o ano letivo. Mas eles ainda não sabem como vão sobreviver a 2011.
sexta-feira, maio 06, 2011
BNP publica boletim sobre normalização em informação e documentação
A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de publicar o primeiro número do boletim informativo «Desenvolvimentos de Normalização em Informação e Documentação».
Como se pode ler no editorial do boletim, a sua publicação tem por objectivo «dinamizar a comunicação com os profissionais de informação no que respeita a actualização de temas do âmbito de actividades de normalização, sinalizando também informações sobre projectos e outras iniciativas em que a aplicação de normas se revele essencial».
Neste número merece especial destaque a recente publicação do novo código de catalogação RDA - Resource Description and Access, que vem substituir as Regras Anglo-Americanas de Catalogação (AACR2).
Poderá consultar o Boletim aqui: http://www.bnportugal.pt/images/stories/servicos/documentos/normalizacao/newsletter_bnp_sdn1.pdf
quinta-feira, abril 28, 2011
Livros digitais já vendem mais do que em papel
Durante o mês de Fevereiro de 2011 foram vendidos mais livros electrónicos do que livros em papel nos EUA, num volume de negócio que ultrapassou os 90 milhões de dólares (cerca de 63 milhões de euros). A notícia foi avançada pela Associação de Editores Americanos, que anunciou ainda que o ‘download’ de audiolivros também aumentou (36,7 por cento), tendo atingido o valor de 5 milhões de euros.
Segundo a mesma fonte, os ebooks mais procurados abrangem todos os géneros, sem excluir o livro infantil, com maior ênfase sobre os publicados há mais de um ano.
domingo, abril 24, 2011
Semana dos Livreiros começa quinta-feira
A Semana dos Livreiros, à qual aderiu a maioria das livrarias lisboetas e que começa esta quinta-feira, "abre o apetite para a Feira do Livro que se segue de imediato", disse Ana Neves, da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).
A semana, durante a qual haverá livros com o desconto mínimo de 10 por cento, prolonga-se até dia 27 e a Feira do Livro começa no dia seguinte.
As livrarias promovem diversas actividades como sessões de autógrafos e apresentação de novos livros, e podem colocar balcões exteriores, "trazendo a festa do livro para a rua", diz Ana Neves.
"Aposta-se numa maior visibilidade das livrarias, é a saída dos livreiros para a rua", enfatizou a responsável.
Luís Proença, autor de ‘Começar Bem para Chegar ao Topo’, realiza esta tarde, na Livraria Europa-América, na avenida Marquês de Tomar, uma sessão de autógrafos.
Outras actividades previstas são, no sábado, a apresentação do livro de Luís Miguel Rocha, ‘A Mentira Sagrada’, no El Corte Inglés, em São Sebastião da Pedreira, às 16h00, e às 18h00 na Bertrand do Chiado.
Na terça-feira, às 18h30 será apresentado o livro ‘Costura-Mania’, de Joana Nobre Garcia, na FNAC do Chiado.
Paula Bobone, autora de dez títulos, entre eles, ‘Socialmente correcto’ e ‘Queridas Jóias’, estará numa sessão de autógrafos, terça-feira próxima, à tarde, na Europa-América.
Também nesta livraria, mas quarta-feira à tarde, realiza-se uma sessão de apresentação seguida de autógrafos da quiromante Zila, autora de ‘Linhas das Mãos dos Famosos - Aprenda a Ler as Suas’.
sábado, abril 23, 2011
23 de Abril - Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor
O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge.
Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge e recebem em troca um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos exactamente a 23 de Abril.
Todos os anos, o Ministério da Cultura, através da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, assinala este dia com a publicação de um cartaz que distribui por bibliotecas, livrarias e outros espaços culturais. Com ele, pretende-se chamar a atenção para a importância do livro e da leitura.
O cartaz deste ano é da autoria do artista plástico e ilustrador João Vaz de Carvalho. Premiado nacional e internacionalmente, editado em vários países, a sua uma obra é hoje reconhecida como uma das vozes mais activas do sector.
Nesta data, é habitual promover-se também um passatempo que de alguma forma se relacione com uma iniciativa ou efeméride do ano em causa.
Para 2011, a DGLB está a promover o passatempo “Voluntários da Leitura”, incentivando o voluntariado a nível de projectos concebidos para populações em situação de isolamento ou de exclusão social. Pretende-se, assim, chamar a atenção para a importância do livro e da leitura, mostrando que eles melhoram significativamente as condições de vida das populações.
Livraria Bertrand do Chiado é a mais antiga do mundo
Desde que abriu em 1732, a Livraria Bertrand do Chiado nunca deixou de funcionar. É por isso que entrou para o Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em actividade.
A Livraria Bertrand do Chiado foi reconhecida pelo Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em actividade. O atestado, certificado pelo Guiness Book of Records, está exposto desde ontem à noite no interior da loja.
A livraria Bertrand do Chiado está em funcionamento desde 1732 e o processo de candidatura a livraria mais antiga do mundo obedeceu “a uma rigorosa prestação de provas”. Foi necessário confirmar que a actividade da livraria não foi interrompida ao longo destes anos e para isso contribuíram o historiador contemporâneo e colaborador da LisbonWalker, José Antunes; o sociólogo Miguel Cabrita; Ana Salvado, que no momento da candidatura era subdirectora do Instituto Nacional para a Reabilitação; o escritor, historiador e crítico de arte José Augusto-França, entre outros.
A primeira Bertrand, fundada por Pedro Faure em 1732, abriu portas na Rua Direita do Loreto, em Lisboa. Mais tarde, em 1755, quando já era o genro de Faure, Pierre Bertrand que dirigia a livraria foi instalar-se junto da Capela de Nossa Senhora das Necessidades por causa do Grande Terramoto. Dezoito anos depois, em 1773, a Bertrand voltou a abrir as portas na já reconstruída baixa pombalina. No texto de José António Saraiva, “Bertrand – a história de uma editora” é-nos dito pelo historiador que a Bertrand teve 11 nomes e conheceu quatro moradas.
Esta novidade, de a Livraria Bertrand do Chiado ser a mais antiga do mundo, foi dada ontem durante um jantar que juntou livreiros, editores, autores e jornalistas na loja do Chiado. Um espaço ao lado da livraria, o número 15 da Rua Anchieta, foi recentemente recuperado e passará agora a chamar-se a Sala do Autor onde se realizarão lançamentos de livros e tertúlias como a "Ler No Chiado". Foi nessa sala que José Fontana, que foi durante 16 anos empregado da Bertrand do Chiado, primeiro como livreiro e depois como gerente, se suicidou por estar doente com tuberculose. Personagem real que inspirou o romance “Na próxima semana, talvez”, de Alberto Nessi, e que já está à venda nas livrarias.
A rede de livrarias Bertrand apresentou ontem também um “Manifesto” que Paulo Oliveira, do Conselho de Administração, definiu como “um compromisso com o livro e com o leitor”. O escritor valter hugo mãe e o editor Diogo Madre Deus (editor da Cavalo de Ferro, fundou em 2005 com Romana Petri, a Cavallo di Ferro editore, com sede em Roma) leram durante a cerimónia o manifesto “Somos Livros”: “Somos a tinta fresca em folha áspera. A capa dura. Aquilo que procura. Somos a História. Desde sempre. O terramoto de 55 e a revolução de 74. Somos todos os nomes. As pessoas do Pessoa. Alexandre Herculano e Ramalho Ortigão.”
Conta-se que nas salas da livraria, ninguém ousava invadir o cantinho de Aquilino Ribeiro e ainda não há muito era possível encontrar naqueles corredores Fernando Namora ou José Cardoso Pires. A Bertrand Livreiros é o nome de uma rede com 53 livrarias espalhadas pelo país e integra formalmente o Grupo Porto Editora desde 30 de Junho do ano passado.
In: http://www.publico.pt/Cultura/livraria-bertrand-do-chiado-e-a-mais-antiga-do-mundo_1490867
quinta-feira, abril 21, 2011
"RNOD - Registo Nacional de Objectos Digitais"- Lançamento- 4 de Maio
O Registo Nacional de Objectos Digitais - RNOD é um agregador de conteúdos bibliográficos digitais e digitalizados disponibilizados em rede por entidades portuguesas que visa a coordenação e difusão desses recursos, a nível nacional e internacional, e a sua integração no Portal Europeana. Um ponto central de pesquisa e acesso, um instrumento para a racionalização e colaboração em projectos de digitalização, um meio de internacionalização de conteúdos culturais portugueses.
Programa
Programa
11h00
Abertura presidida pelo Secretário de Estado da Cultura
11h30
Contribuição portuguesa para a Europeana: ponto de situação e perspectivas:
· Arquivos – Direcção-Geral de Arquivos
· Museus – Instituto dos Museus e da Conservação
· Museus – Instituto dos Museus e da Conservação
· Imagens em movimento – Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema
· Bibliotecas – Biblioteca Nacional de Portugal
12h15
12h15
RNOD - Registo Nacional de Objectos Digitais: Apresentação
quarta-feira, abril 20, 2011
Encontro «Ciências da Informação e Documentação: perspectivas actuais»
O Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora promove o Encontro «Ciências da Informação e Documentação: perspectivas actuais», no dia 12 de Maio.
A iniciativa, integrada no primeiro Programa de Doutoramento em Ciências da Informação e Documentação da Universidade de Évora (2009/2012) e com tutela com a Universidade Carlos III de Madrid, espera discutir e reflectir sobre as diferentes linhas e tendências mais recentes da investigação portuguesa e estrangeira neste campo de estudos. O Programa do Encontro é diversificado, com participações de investigadores de áreas distintas e de diferentes instituições fomentando, assim, o debate desta área do conhecimento.
Para consulta do programa e inscrições visite o sítio do CIDEHUS.UÉ .
A evolução do livro
Interessante vídeo elaborado pela editora francesa Hachette para mostrar que ao mesmo tempo em que o formato do livro está mudando, as coisas que dele retiramos permanecem constantes. A evolução deste meio é mostrada, desde a antiguidade até aos livros eletrônicos (e-books).
URL: http://youtu.be/PF9Q3LcOAQ8
URL: http://youtu.be/PF9Q3LcOAQ8
segunda-feira, abril 18, 2011
Bibliotecário português nomeado para prémio ALMA
Nas aldeias de Proença-a-Nova, quem espera todos os dias pela chegada do bibliomóvel de Nuno Marçal, uma carrinha recheada de livros e revistas, provavelmente desconhece que o bibliotecário está nomeado para um importante prémio internacional.
Nuno Marçal é o candidato de Portugal, indigitado pela DGLB, ao prémio sueco Astrid Lindgren Memorial (ALMA) de 2011, um galardão no valor de 500 mil euros que distingue quem, em todo o mundo, promove a leitura e a literatura para a infância.
«É um orgulho enorme estar naquela lista de finalistas, mas não acredito muito que ganhe. É um estímulo para continuar a fazer o meu trabalho aqui na promoção da leitura», disse o bibliotecário.
Nuno Marçal, de 36 anos, percorre diariamente o concelho de Proença-a-Nova ao volante de uma carrinha que transporta uma pequena biblioteca itinerante, com livros, jornais e DVD.
Os principais leitores e utentes da pequena biblioteca ambulante, itinerante, são sobretudo pessoas mais velhas, algumas de aldeias isoladas do concelho, que veem em Nuno Marçal uma companhia para conversar.
No final de 2010, quando soube que estava nomeado para o prémio ALMA, Nuno Marçal sublinhou o lado social do seu trabalho com o bibliomóvel.
«Há três aldeias onde só vou por causa de uma pessoa», explicou na altura o bibliotecário, que se sente um privilegiado por ter um trabalho «muito gratificante do ponto de vista profissional e humano».
Licenciado em Sociologia e com uma pós-graduação em Ciência Documentais, Nuno Marçal foi premiado em Espanha pela Associação de Profissionais de Bibliotecas Móveis.
Em Agosto estará em Turku, Finlândia, Capital Europeia da Cultura, para falar de bibliotecas itinerantes a convite de um festival que celebra 50 anos da existência de bibliomóveis no país.
O prémio sueco ALMA foi criado em honra da escritora Astrid Lindgren, distingue escritores e ilustradores para a infância, mas também organizações que promovam a leitura e a literatura para a infância.
O artigo em texto integral pode ser consultado em http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=15089.
In: http://www.bad.pt/noticia/2011/04/02/bibliotecario-portugues-nomeado-para-premio-alma/
Nuno Marçal é o candidato de Portugal, indigitado pela DGLB, ao prémio sueco Astrid Lindgren Memorial (ALMA) de 2011, um galardão no valor de 500 mil euros que distingue quem, em todo o mundo, promove a leitura e a literatura para a infância.
«É um orgulho enorme estar naquela lista de finalistas, mas não acredito muito que ganhe. É um estímulo para continuar a fazer o meu trabalho aqui na promoção da leitura», disse o bibliotecário.
Nuno Marçal, de 36 anos, percorre diariamente o concelho de Proença-a-Nova ao volante de uma carrinha que transporta uma pequena biblioteca itinerante, com livros, jornais e DVD.
Os principais leitores e utentes da pequena biblioteca ambulante, itinerante, são sobretudo pessoas mais velhas, algumas de aldeias isoladas do concelho, que veem em Nuno Marçal uma companhia para conversar.
No final de 2010, quando soube que estava nomeado para o prémio ALMA, Nuno Marçal sublinhou o lado social do seu trabalho com o bibliomóvel.
«É o que eu gosto de chamar os medicamentos e as aspirinas contra a solidão e o isolamento», disse.
«Há três aldeias onde só vou por causa de uma pessoa», explicou na altura o bibliotecário, que se sente um privilegiado por ter um trabalho «muito gratificante do ponto de vista profissional e humano».
Licenciado em Sociologia e com uma pós-graduação em Ciência Documentais, Nuno Marçal foi premiado em Espanha pela Associação de Profissionais de Bibliotecas Móveis.
Em Agosto estará em Turku, Finlândia, Capital Europeia da Cultura, para falar de bibliotecas itinerantes a convite de um festival que celebra 50 anos da existência de bibliomóveis no país.
O prémio sueco ALMA foi criado em honra da escritora Astrid Lindgren, distingue escritores e ilustradores para a infância, mas também organizações que promovam a leitura e a literatura para a infância.
O artigo em texto integral pode ser consultado em http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=15089.
In: http://www.bad.pt/noticia/2011/04/02/bibliotecario-portugues-nomeado-para-premio-alma/
BAD lança novo jornal
Foi acabado de lançar o jornal online da associação portuguesa de bibliotecários, arquivistas e documentalistas (BAD) o “Notícia BAD”.
Na sua apresentação lê-se:
De consulta obrigatória em www.bad.pt/noticia
Na sua apresentação lê-se:
(...)
“Notícia BAD” é um instrumento de divulgação, promoção e valorização social das bibliotecas, arquivos e outras instituições que trabalhem com a informação, bem como dos seus profissionais. “Notícia BAD” é também um elo de ligação entre profissionais, académicos e outros interessados ou de algum modo ligados a esta área profissional e científica.
“Notícia BAD” potencializa todos os mecanismos possibilitados pelas tecnologias para alargar a rede de comunicação entre os profissionais dos diferentes países de língua oficial portuguesa.
“Notícia BAD” aposta numa comunicação viva, imaginativa, actual e actuante, privilegiando as notícias mais relevantes da área, sem descurar a crónica, a opinião ou o comentário mais desenvolvidos.
“Notícia BAD” observa rigorosamente os princípios éticos inerentes às profissões da área, nomeadamente o pluralismo e a independência política, económica e religiosa.
“Notícia BAD” publica textos dos seus redactores e colaboradores convidados, mas está aberto e publicará colaborações não solicitadas, reservando-se neste último caso o direito de as editar ou mesmo de recusar a publicação, tendo em atenção este estatuto editorial.
De consulta obrigatória em www.bad.pt/noticia
segunda-feira, abril 04, 2011
Novidades na área de Biblioteconomia e novas perspectivas de atuação do profissional bibliotecário
Palestra apresentada pelo bibliotecário Michelângelo Viana no dia 23 de março de 2011, no auditório externo no Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília - Distrito Federal (Brasil), na Solenidade Oficial dos 100 anos da Biblioteconomia no Brasil, entrega da "Medalha Rubens Borba de Moraes" ao nosso colega, Bibliotecário e Professor Murilo Bastos Cunha e Dia do Bibliotecário.
Ver aqui: http://a-informacao.blogspot.com/2011/03/novidades-na-area-de-biblioteconomia-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+a-informacao+%28Blogue+%22A+Informa%C3%A7%C3%A3o%22%29
In: http://a-informacao.blogspot.com/2011/03/novidades-na-area-de-biblioteconomia-e.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+a-informacao+%28Blogue+%22A+Informa%C3%A7%C3%A3o%22%29
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sexta-feira, abril 01, 2011
2 de Abril – Dia Internacional do Livro Infantil
Com o objectivo de promover o gosto pela leitura junto dos mais novos, comemora-se a 2 de Abril – data de aniversário do escritor Hans Christian Andersen – o Dia Internacional do Livro Infantil.
A DGLB assinala esta data com a publicação de um cartaz da autoria de Bernardo Carvalho, vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Ilustração.
Todos os anos, por esta ocasião, o IBBY – International Board on Books for Young People convida um autor para redigir uma mensagem dirigida a todas as crianças do mundo, e um ilustrador para conceber um cartaz. Este ano coube a Aino Pervik a redacção da mensagem. O cartaz é da autoria da ilustradora Jüri Mildeberg.
A DGLB assinala esta data com a publicação de um cartaz da autoria de Bernardo Carvalho, vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Ilustração.
Todos os anos, por esta ocasião, o IBBY – International Board on Books for Young People convida um autor para redigir uma mensagem dirigida a todas as crianças do mundo, e um ilustrador para conceber um cartaz. Este ano coube a Aino Pervik a redacção da mensagem. O cartaz é da autoria da ilustradora Jüri Mildeberg.
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