Espaço dedicado à troca de ideias sobre as bibliotecas e a área da bibliotecnomia
sexta-feira, julho 15, 2011
ESTUDOS EDITORIAIS E ARTES GRÁFICAS - Pós graduação
Mais informação aqui: http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/
Plataforma de troca de livros gratuita
A Winking Books é uma plataforma de troca de livros gratuita que permite que cada utilizador crie o seu próprio inventário de livros para disponibilizar, ganhando pontos que poderá utilizar para pedir livros que lhe interessem.
Vejam o site aqui: http://www.winkingbooks.com/
Vejam o site aqui: http://www.winkingbooks.com/
Marketing, bibliotecas e utilizadores na era do 2.0
In: http://vivabibliotecaviva.blogspot.com/2011/06/marketing-bibliotecas-e-utilizadores-na.html
Metadados para a gestão de documentos
A norma ISO 23081 (1) e (2) Information and Documentation estabelece um marco para a criação, gestão e uso de metadados para a gestão de documentos, e explica os princípios para o seu estabelecimento.
A norma ISO 15489, Information and documentation -- Records management, trata da importância dos metadados próprios da gestão de documentos nos processos de negócio, dos diferentes tipos de metadados e do papel que desempenham tanto para os próprios processos de trabalho como para os processos de gestão de documentos. Estabelece também uma grelha para gerir os metadados.
Bibliografia:
"Información y documentación - Procesos de gestión de documentos - Metadatos para la gestión de documentos. Parte 1: Principios. ISO 23081-1:2006." Revista española de Documentación Científica vol. 31, n. 2 (2008). pp.: http://redc.revistas.csic.es/ index.php/redc/article/view/ 429/441
Bibliografia:
"Información y documentación - Procesos de gestión de documentos - Metadatos para la gestión de documentos. Parte 1: Principios. ISO 23081-1:2006." Revista española de Documentación Científica vol. 31, n. 2 (2008). pp.: http://redc.revistas.csic.es/
Estudo "Prospectiva de una profesión en constante evolución"
No passado dia 26 de Maio foi apresentado na FESABID 2011 - XII Jornadas Españolas de Documentación, o estudo "Estudio FESABID sobre los Profesionales de la Información 2011".Este estudo foi realizado pela FESABID em colaboração com a Fundación Germán Sánchez Ruipérez e teve o patrocínio da empresa SWETS.
O objectivo deste trabalho foi o de conhecer a percepção dos profissionais de informação espanhóis sobre o seu perfil profissional e sobre as tendências de futuro.
No estudo “Prospectiva de una profesión en constante evolución”, que foi apresentado como comunicação no âmbito das XII Jornadas Españolas de Documentación, apresentam-se dados quantitativos sobre o grupo profissional e a sua importância no sector cultural, assim como os principais resultados dos estudos de opinião realizadas a mais de 1.500 profissionais espanhóis. Os dados completos serão apresentados num relatório a publicar no final do ano.
A apresentação da comunicação está disponível neste endereço:
http://www.fesabid.org/system/ files/repositorio/fesabid11- pn2-prospectiva.pdf
A apresentação da comunicação está disponível neste endereço:
http://www.fesabid.org/system/
Programa do Governo português para a Cultura
Sector do livro, da leitura e da política da Língua
O resto do programa está aqui: http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Governo/ProgramaGoverno/Pages/ProgramadoGoverno_43.aspx#O Governo assume o compromisso de completar a Rede Nacional de Bibliotecas iniciada em 1986, no X Governo Constitucional, dotando-a dos instrumentos adequados ao cumprimento dos contratos-programa estabelecidos ou a estabelecer com as Autarquias.Retomar-se-á a Rede do Conhecimento, interrompida em 2005, alicerçando-se nas infra-estruturas das bibliotecas municipais uma vasta partilha de recursos e de meios tecnológicos potenciadora da divulgação e acesso ao livro e à leitura.A fim de valorizar o papel da Cultura portuguesa no Mundo o Governo irá sistematizar o programa de tradução de literatura portuguesa no estrangeiro, com o objectivo alargá-lo a todos os países da União Europeia no prazo da legislatura, com apoio do MNE/Instituto Camões e a participação dos grupos editoriais de referência.Com o mesmo objectivo será retomado o circuito de feiras do livro nos PALOPs e Timor.O Governo continuará a apoiar o Plano Nacional de Leitura, reavaliando a sua função e a natureza do seu trabalho, bem como a sua ligação às bibliotecas escolares.O Governo acompanhará a adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa garantindo que a sua crescente universalização constitua uma oportunidade para colocar a Língua no centro da agenda política, tanto interna como externamente.Nesse sentido, irá apoiar o reforço do papel do Português como língua de comunicação internacional junto das instâncias internacionais e em profunda concertação com os restantes países da CPLP, relembrando que, mais do que criar novas entidades de promoção da Língua, interessa potenciar aquelas que já existem, sejam elas de carácter associativo, académico ou político; nessa medida, reavaliará a execução e gestão do Fundo da Língua Portuguesa.O Governo apoiará a digitalização de fontes e de conteúdos de natureza literária e científica em Língua Portuguesa, continuando a promover, através da Biblioteca Nacional, a classificação, conservação e divulgação do espólio dos grandes criadores da Língua Portuguesa.O Governo criará, em colaboração com entidades públicas e privadas, um conjunto o mais alargado possível de bibliotecas da Língua e da Cultura Portuguesa a distribuir pelos países e comunidades onde se fala a nossa Língua.
Jorge Couto deixa a Biblioteca Nacional no final do mês
O director da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), Jorge Couto, cessa funções por decisão própria a partir de 30 de Junho, disse fonte do seu gabinete.
O historiador Jorge Couto estava à frente dos destinos da BNP desde 29 de Outubro de 2005, e desde 2 de Dezembro do ano passado exercia em regime de acumulação, não remunerado, as funções de director-geral do Livro e das Bibliotecas.
A junção da BNP com a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas estava em preparação no anterior Governo, liderado por José Sócrates, mas não foi publicada a respectiva lei orgânica pelo que os dois organismos mantinham autonomia.
Como director da BNP, Jorge Couto, iniciou as obras de alargamento do edifício, no Campo Grande, em Lisboa, que incluía a dotação de um cofre-forte segundo as mais sofisticadas regras de segurança, cuja conclusão está prevista para Setembro próximo.
O historiador natural dos Açores deve regressar à vida académica. Jorge Couto é professor na Faculdade de Letras de Lisboa e investigador do respectivo Centro de História. É autor de numerosos livros, artigos, introduções e prefácios publicados tanto em Portugal como no Brasil, Espanha, França, Estados Unidos, China e Japão, tendo algumas obras suas sido traduzidas para inglês, espanhol, francês e japonês.
Foi presidente do Instituto Camões de 1998 até 2002. É membro da Academia Portuguesa da História e Sócio Correspondente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (Brasil). Entre as suas obras refira-se “A Construção do Brasil” e a coordenação e direcção de “O Rio de Janeiro – Capital do Império Português (1808-1821)”.
O historiador Jorge Couto estava à frente dos destinos da BNP desde 29 de Outubro de 2005, e desde 2 de Dezembro do ano passado exercia em regime de acumulação, não remunerado, as funções de director-geral do Livro e das Bibliotecas.
A junção da BNP com a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas estava em preparação no anterior Governo, liderado por José Sócrates, mas não foi publicada a respectiva lei orgânica pelo que os dois organismos mantinham autonomia.
Como director da BNP, Jorge Couto, iniciou as obras de alargamento do edifício, no Campo Grande, em Lisboa, que incluía a dotação de um cofre-forte segundo as mais sofisticadas regras de segurança, cuja conclusão está prevista para Setembro próximo.
O historiador natural dos Açores deve regressar à vida académica. Jorge Couto é professor na Faculdade de Letras de Lisboa e investigador do respectivo Centro de História. É autor de numerosos livros, artigos, introduções e prefácios publicados tanto em Portugal como no Brasil, Espanha, França, Estados Unidos, China e Japão, tendo algumas obras suas sido traduzidas para inglês, espanhol, francês e japonês.
Foi presidente do Instituto Camões de 1998 até 2002. É membro da Academia Portuguesa da História e Sócio Correspondente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (Brasil). Entre as suas obras refira-se “A Construção do Brasil” e a coordenação e direcção de “O Rio de Janeiro – Capital do Império Português (1808-1821)”.
quinta-feira, junho 16, 2011
Portugal: Editar em tempo de crise é chover no molhado
Fonte: Diário de Notícias (Lisboa). Data: 26/05/2011.
Autor: Manuel Porto Valento.
Sei que, num estudo encomendado por um dos nossos grandes grupos editoriais, um especialista afirmou serem os momentos de crise favoráveis à leitura e ao livro, uma vez que as pessoas ficam mais por casa e, portanto, mais disponíveis para actividades gerais de entretenimento e lazer cultural. Não sei se a tese é consistente, mas sei que a desmentem, para já, os resultados das principais cadeias de livrarias.
Editar em tempos de crise é chover no molhado: mesmo em tempos de vacas gordas a actividade editorial portuguesa sempre esteve condicionada pela escassez de massa crítica, pela falta de hábitos de leitura e pelo parco estímulo recebido, quer do poder político, quer das diversas instâncias da comunicação social. Poder-se-ia pois dizer que os editores conhecem como ninguém os meandros de uma situação em que a vontade de fazer mais e melhor esbarra, invariavelmente, com a escassa resposta do mercado e o silêncio, tonitruante, de muitos prescritores.
É evidente que a presente crise, e a dificuldade de crédito que lhe está associada, pode afectar seriamente a sobrevivência de algumas pequenas editoras - muitas delas responsáveis por linhas editoriais que contribuem notoriamente para o enriquecimento do nosso tecido cultural. Os grandes grupos e as grandes editoras têm logicamente outras possibilidades de defesa, se souberem articular inteligentemente a edição literária e a edição comercial e não caírem na armadilha de pensar que é editando "pior" que melhor se defendem das inevitáveis contracções do consumo. Até porque, em minha opinião, será a literatura mais ligeira (e uso a designação sem qualquer intenção pejorativa) aquela que mais sofrerá com os efeitos perversos de uma crise.
Sempre defendi que é preciso publicar o que "dá" para poder publicar o que "não dá". Nunca como nestes tempos será preciso compreender o que significa articular estes dois polos de uma mesma realidade. Se a edição já não é o território utópico em que o autor (o verdadeiro autor) era o sintagma nominal que justificava toda uma actividade; se o leitor se tornou, com a emergência da indústria editorial, o animal feroz que todos querem domesticar e compreender; se os editores (os verdadeiros editores) se confrontam hoje com o poder crescente das estruturas comerciais e de marketing; se o país está em crise (económica mas não só), cujos efeitos os potenciais compradores de livros sentem no bolso - então chegou a altura de compreender definitivamente que a edição é fundamental na educação de um povo e que não pode ser abandonada às flutuações dos ratings e às oscilações dos mercados. Pena é que os partidos políticos não o tenham ainda compreendido.
Autor: Manuel Porto Valento.
Sei que, num estudo encomendado por um dos nossos grandes grupos editoriais, um especialista afirmou serem os momentos de crise favoráveis à leitura e ao livro, uma vez que as pessoas ficam mais por casa e, portanto, mais disponíveis para actividades gerais de entretenimento e lazer cultural. Não sei se a tese é consistente, mas sei que a desmentem, para já, os resultados das principais cadeias de livrarias.
Editar em tempos de crise é chover no molhado: mesmo em tempos de vacas gordas a actividade editorial portuguesa sempre esteve condicionada pela escassez de massa crítica, pela falta de hábitos de leitura e pelo parco estímulo recebido, quer do poder político, quer das diversas instâncias da comunicação social. Poder-se-ia pois dizer que os editores conhecem como ninguém os meandros de uma situação em que a vontade de fazer mais e melhor esbarra, invariavelmente, com a escassa resposta do mercado e o silêncio, tonitruante, de muitos prescritores.
É evidente que a presente crise, e a dificuldade de crédito que lhe está associada, pode afectar seriamente a sobrevivência de algumas pequenas editoras - muitas delas responsáveis por linhas editoriais que contribuem notoriamente para o enriquecimento do nosso tecido cultural. Os grandes grupos e as grandes editoras têm logicamente outras possibilidades de defesa, se souberem articular inteligentemente a edição literária e a edição comercial e não caírem na armadilha de pensar que é editando "pior" que melhor se defendem das inevitáveis contracções do consumo. Até porque, em minha opinião, será a literatura mais ligeira (e uso a designação sem qualquer intenção pejorativa) aquela que mais sofrerá com os efeitos perversos de uma crise.
Sempre defendi que é preciso publicar o que "dá" para poder publicar o que "não dá". Nunca como nestes tempos será preciso compreender o que significa articular estes dois polos de uma mesma realidade. Se a edição já não é o território utópico em que o autor (o verdadeiro autor) era o sintagma nominal que justificava toda uma actividade; se o leitor se tornou, com a emergência da indústria editorial, o animal feroz que todos querem domesticar e compreender; se os editores (os verdadeiros editores) se confrontam hoje com o poder crescente das estruturas comerciais e de marketing; se o país está em crise (económica mas não só), cujos efeitos os potenciais compradores de livros sentem no bolso - então chegou a altura de compreender definitivamente que a edição é fundamental na educação de um povo e que não pode ser abandonada às flutuações dos ratings e às oscilações dos mercados. Pena é que os partidos políticos não o tenham ainda compreendido.
In:
O verdadeiro fim das bibliotecas como as conhecemos?
Um país sem Bibliotecas é este o título da notícia do jornal espanhol Público. Reino Unido, Estados Unidos... leiam e verifiquem como o cerco às Bibliotecas está a fechar.
Nova revista: “InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação”
É uma revista semestral da Universidade de São Paulo-Ribeirão que se dedica à divulgação especializada na área informacional, publicando principalmente pesquisas originais, como também documentos especiais, traduções e resenhas.
O sumário do primeiro número inclui:
Artigos:
• A potência do não percebido: Hegel, Dewey e seu lugar na corrente principal do pensamento classificatório. Hope A. Olson.
• Espinoza e a linguagem. Olga Pombo.
• Movimentos de Espinosa e(m) Pêcheux. Denise Viuniski da Nova Cruz, Lucilia Maria Sousa Romão.
• Entre a Retórica e a Filologia: do pragmatismo ao humanismo na epistemologia da Ciência da Informação. Gustavo Silva Saldanha.
• BIBLON: plataforma de incentivo a leitura literária para crianças. Cássia Cordeiro Furtado, Lidia Oliveira.
• Rede de tags para recuperação da informação no contexto da Representação Iterativa. José Eduardo Santarem Segundo, Silvana Aparecida Borsetti Gregório Vidotti.
• Análise bibliométrica e cientométrica: desafios para especialistas que. atuam no campo. Márcia Regina da Silva, Carlos Roberto Massao Hayashi, Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi.
• Imagem da biblioteca pública na Sociedade da Informação. Maria Cleide Rodrigues Bernardino, Emir Jose Suaiden.
• Evolução ontológica das linguagens documentárias. Relato de uma experiência de curso organizado conjuntamente para o DT/SIBI-USP e o PPGCI/ECA. José Antonio Moreiro González.
• Os sistemas de organização do conhecimento pelas perspectivas das normas internacionais de construção no mundo contemporâneo informacional. Vera Regina Casari Boccato.
• Apropriações sociais da tecnologia: ética e netiqueta no universo da infocomunicação. Ana Carolina Silva Biscalchin, Marco Antonio de Almeida.
• Ações de informação e práticas documentárias como políticas difusas de memória. Geni Chaves Fernandes.
Relato de Experiência:
• Relato de viagem a dois arquivos portugueses e exposição francesa de ciência e história. Silvia Maria do Espirito Santo.
Entrevista:
• Entrevista (bilingue: inglês/português) Michael Buckland.
Resenha:
• A organização e as políticas do conhecimento ao longo do tempo: desbravando a Amazônia. Giulia Crippa.
In: http://a-informacao.blogspot.com/2011/06/nova-revista-incid-revista-de-ciencia.html
O sumário do primeiro número inclui:
Artigos:
• A potência do não percebido: Hegel, Dewey e seu lugar na corrente principal do pensamento classificatório. Hope A. Olson.
• Espinoza e a linguagem. Olga Pombo.
• Movimentos de Espinosa e(m) Pêcheux. Denise Viuniski da Nova Cruz, Lucilia Maria Sousa Romão.
• Entre a Retórica e a Filologia: do pragmatismo ao humanismo na epistemologia da Ciência da Informação. Gustavo Silva Saldanha.
• BIBLON: plataforma de incentivo a leitura literária para crianças. Cássia Cordeiro Furtado, Lidia Oliveira.
• Rede de tags para recuperação da informação no contexto da Representação Iterativa. José Eduardo Santarem Segundo, Silvana Aparecida Borsetti Gregório Vidotti.
• Análise bibliométrica e cientométrica: desafios para especialistas que. atuam no campo. Márcia Regina da Silva, Carlos Roberto Massao Hayashi, Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi.
• Imagem da biblioteca pública na Sociedade da Informação. Maria Cleide Rodrigues Bernardino, Emir Jose Suaiden.
• Evolução ontológica das linguagens documentárias. Relato de uma experiência de curso organizado conjuntamente para o DT/SIBI-USP e o PPGCI/ECA. José Antonio Moreiro González.
• Os sistemas de organização do conhecimento pelas perspectivas das normas internacionais de construção no mundo contemporâneo informacional. Vera Regina Casari Boccato.
• Apropriações sociais da tecnologia: ética e netiqueta no universo da infocomunicação. Ana Carolina Silva Biscalchin, Marco Antonio de Almeida.
• Ações de informação e práticas documentárias como políticas difusas de memória. Geni Chaves Fernandes.
Relato de Experiência:
• Relato de viagem a dois arquivos portugueses e exposição francesa de ciência e história. Silvia Maria do Espirito Santo.
Entrevista:
• Entrevista (bilingue: inglês/português) Michael Buckland.
Resenha:
• A organização e as políticas do conhecimento ao longo do tempo: desbravando a Amazônia. Giulia Crippa.
In: http://a-informacao.blogspot.com/2011/06/nova-revista-incid-revista-de-ciencia.html
segunda-feira, maio 23, 2011
Seminário 'O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos' - 23 e 24 de Maio, Braga
A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas – Delegação Regional do Norte, em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e a Tecminho, convida todos os interessados a participar no Seminário “O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos”, a decorrer no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, nos próximos dias 23 e 24 de Maio.
As inscrições devem ser efectuadas em linha, nesta página. O preço de inscrição para os associados BAD é de 12.00€ e para os não associados 15.00€. As inscrições são limitadas.
Os participantes terão direito a um certificado de formação emitido pela TecMinho, entidade acreditada pela DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.
Consulte o website do Seminário: http://ambientedigitalaberto.wordpress.com/
IN: http://a-informacao.blogspot.com/
O evento de dois dias está estruturado em quatro Painéis Temáticos (Ambiente Digital, Propriedade Intelectual em Ambiente Aberto, Acesso Aberto ao Conhecimento Científico e Arquivos Abertos), e contará com a presença de ilustres convidados, em representação de diversas entidades públicas e privadas, como a Universidade do Minho, a Universidade do Porto e a Universidade de Coimbra, a Agência para a Sociedade do Conhecimento, a Câmara Municipal de Famalicão, a Biblioteca Municipal de Oeiras, a Sociedade Portuguesa de Autores, a AGECOP – Associação para Gestão de Cópia Privada, e empresas especialistas na gestão de arquivos definitivos, gestão integrada de bibliotecas, gestão documental, repositórios digitais, e preservação digital.
As inscrições devem ser efectuadas em linha, nesta página. O preço de inscrição para os associados BAD é de 12.00€ e para os não associados 15.00€. As inscrições são limitadas.
Os participantes terão direito a um certificado de formação emitido pela TecMinho, entidade acreditada pela DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.
Consulte o website do Seminário: http://ambientedigitalaberto.wordpress.com/
IN: http://a-informacao.blogspot.com/
RDA: um novo paradigma na catalogação
Acaba de ser publicado um dos primeiros livros na língua portuguesa sobre a nova norma de catalogação denominada RDA (Recursos: Descrição e Acesso). Essa nova obra é de autoria de Chris Oliver, coordenadora de Catalogação da McGill University Library, em Montreal (Canadá), e tem como título Introdução à RDA: um guia básico (1) [Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p.]. A edição original em inglês foi publicada em 2010, pela American Library Association. Portanto, ambas as edições possuem conteúdos muito recentes.
Como se sabe a RDA está provocando uma enorme mudança na catalogação internacional desde a publicação da segunda edição do Código de catalogação anglo-americano – com edição brasileira publicada pela FEBAB em 1983 e em 2004, agora incorporando a revisão de 2002; também existe uma reimpressão, lançada em 2010 (2-4). Pensava-se que seria lançada uma nova edição do código de catalogação e que a sua nova sigla, continuando a longa tradição das versões anteriores, fosse AACR3. Além disso, essa nova edição certamente iria incluir as modificações geradas pelas atualizações ocorridas no formato MARC 21. Mas, a longa tradição de edições sucessivas do AACR foi quebrada e não teremos o AACR3!
Todavia, “apesar de manter uma forte relação com as AACR2, a RDA delas difere em muito, devido a ser baseada numa estrutura teórica, ter sido projetada para o ambiente digital e seu escopo ser mais abrangente do que o das AACR2” (p. 1). De fato, as normas da RDA são baseadas nos modelos conceituais do Functional Requirements for Bibliographical Records (FRBR, Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) e do Functional Requirements for Authority Data (FRAD, Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade), e incorporam um ponto de vista impensável anos atrás. Agora a estrutura da descrição bibliográfica inclui também o acesso à informação do objeto descrito como um todo.
O novo livro está composto por sete capítulos. O primeiro, intitulado “O que é a RDA?”, mostra a base teórica na qual a RDA foi baseada. A autora menciona que “a RDA consiste num conjunto de instruções práticas, que, no entanto, baseia-se numa estrutura teórica que define a forma, a estrutura e o conteúdo desta nova norma” (p. 1). Os dados RDA podem “ser codificados com o emprego de esquemas existentes, como o MARC21, Dublin Core, MODS e também podem ter correspondências estabelecidas com outros esquemas, atuais ou futuros. (...) os dados RDA também foram projetados para serem usados no ambiente da Rede e em novos tipos de estruturas de bases de dados. (...) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionais, analógicos e digitais, dentro e fora da biblioteca” (p. 3).
O segundo capítulo aborda as relações da RDA com as normas, modelos e princípios internacionais. Nele é apontado que a RDA “emprega os conceitos, a terminologia e os princípios reconhecidos pela comunidade internacional de catalogação. Baseia-se em tradições catalográficas existentes embora também se leve em conta a forma como os dados das bibliotecas serão usados no futuro. (...) A RDA foi desenvolvida para se encaixar na matriz de normas internacionais de descrição de recursos” (p. 8).
O terceiro capítulo comenta o FRBR e FRAD na RDA. Aí se afirma com detalhes que a RDA é de fato uma aplicação desses dois modelos conceituais. “Esses modelos moldaram a estrutura da RDA e influenciaram a linguagem empregada nas instruções” (p. 17). Um aspecto interessante é apontado pela autora: “os modelos FRBR e FRAD são modelos de entidade-relação. Foram desenvolvidos com o emprego de enfoque e metodologia semelhantes. O ponto de partida de ambos os modelos são os usuários e suas necessidades. (...) As necessidades do usuário são definidas em termos de tarefas de usuário. (...) Há quatro tarefas de usuário relativas ao uso de dados bibliográficos, e quatro relativas a dados de autoridade” (p. 19-20).
Continuando, a autora enfatiza que “o foco não está no catalogador que cria um único registro, mas no usuário que busca esse registro em grandes catálogos ou bases de dados” (p. 22). Mostra também que a RDA dá ênfase ao registro de relações.
O quarto capítulo explica que a RDA é a norma que substitui as AACR2, mas que coexiste uma continuidade entre ambas, a saber: a mesma estrutura de governança; a RDA foi construída sobre os mesmos alicerces das AACR2; muitas instruções foram derivadas das AACR2 e os novos registros catalográficos serão compatíveis com o antigo código de catalogação.
O quinto capítulo aborda as diferenças e similaridades existentes entre a RDA e o AACR2. Nessa parte da obra analisam-se os aspectos relacionados com a implantação da RDA. Nessa transição as associações profissionais, as escolas de biblioteconomia e o próprio profissional exercerão papéis primordiais para que essas mudanças sejam feitas de forma tranquila. Aqui vale a pena apontar um importante aspecto: para que as normas RDA sejam implantadas e largamente utilizadas no Brasil e nos outros países lusófonos elas precisam ser traduzidas com certa urgência. É quase certo que a barreira linguística pode ser um empecilho para a transição das normas das AACR2 para a RDA.
No último capítulo a autora comenta as vantagens, o presente e o futuro da RDA no contexto informacional. Ao finalizar ela aponta que “na medida em que os catalogadores forem construindo o corpo de dados RDA, os usuários começarão a notar as vantagens de uma norma que coloca suas necessidades no centro” (p. 130).
Com todo esse contexto das tecnologias da informação, especialmente a internet, ficou inevitável a demanda de novas normas de catalogação que pudessem descrever os novos objetos digitais. Assim, o universo bibliográfico fica agora atualizado e de posse de regras que finalmente poderão descrever esse contexto da informação digital surgido nos últimos quinze anos. As normas da RDA vêm dar ao bibliotecário e a outros profissionais de informação um moderno e prático instrumento imprescindível para o bom exercício profissional na área de catalogação nesse mundo digital.
O livro, portanto, é editado no momento certo. Ele pode servir como um prático e didático ponto de partida para os profissionais e estudantes nesse processo de transição ora iniciado.
Referências bibliográficas
(1) OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 978-85-85637-45-3
(2) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983. 2 v.
(3) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002 São Paulo: FEBAB; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. ISBN 8585024046
(4) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002, reimpressão. São Paulo: FEBAB, 2010. 2 v. ISBN 9788585024048
IN: http://a-informacao.blogspot.com/
Como se sabe a RDA está provocando uma enorme mudança na catalogação internacional desde a publicação da segunda edição do Código de catalogação anglo-americano – com edição brasileira publicada pela FEBAB em 1983 e em 2004, agora incorporando a revisão de 2002; também existe uma reimpressão, lançada em 2010 (2-4). Pensava-se que seria lançada uma nova edição do código de catalogação e que a sua nova sigla, continuando a longa tradição das versões anteriores, fosse AACR3. Além disso, essa nova edição certamente iria incluir as modificações geradas pelas atualizações ocorridas no formato MARC 21. Mas, a longa tradição de edições sucessivas do AACR foi quebrada e não teremos o AACR3!
Todavia, “apesar de manter uma forte relação com as AACR2, a RDA delas difere em muito, devido a ser baseada numa estrutura teórica, ter sido projetada para o ambiente digital e seu escopo ser mais abrangente do que o das AACR2” (p. 1). De fato, as normas da RDA são baseadas nos modelos conceituais do Functional Requirements for Bibliographical Records (FRBR, Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) e do Functional Requirements for Authority Data (FRAD, Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade), e incorporam um ponto de vista impensável anos atrás. Agora a estrutura da descrição bibliográfica inclui também o acesso à informação do objeto descrito como um todo.
O novo livro está composto por sete capítulos. O primeiro, intitulado “O que é a RDA?”, mostra a base teórica na qual a RDA foi baseada. A autora menciona que “a RDA consiste num conjunto de instruções práticas, que, no entanto, baseia-se numa estrutura teórica que define a forma, a estrutura e o conteúdo desta nova norma” (p. 1). Os dados RDA podem “ser codificados com o emprego de esquemas existentes, como o MARC21, Dublin Core, MODS e também podem ter correspondências estabelecidas com outros esquemas, atuais ou futuros. (...) os dados RDA também foram projetados para serem usados no ambiente da Rede e em novos tipos de estruturas de bases de dados. (...) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionais, analógicos e digitais, dentro e fora da biblioteca” (p. 3).
O segundo capítulo aborda as relações da RDA com as normas, modelos e princípios internacionais. Nele é apontado que a RDA “emprega os conceitos, a terminologia e os princípios reconhecidos pela comunidade internacional de catalogação. Baseia-se em tradições catalográficas existentes embora também se leve em conta a forma como os dados das bibliotecas serão usados no futuro. (...) A RDA foi desenvolvida para se encaixar na matriz de normas internacionais de descrição de recursos” (p. 8).
O terceiro capítulo comenta o FRBR e FRAD na RDA. Aí se afirma com detalhes que a RDA é de fato uma aplicação desses dois modelos conceituais. “Esses modelos moldaram a estrutura da RDA e influenciaram a linguagem empregada nas instruções” (p. 17). Um aspecto interessante é apontado pela autora: “os modelos FRBR e FRAD são modelos de entidade-relação. Foram desenvolvidos com o emprego de enfoque e metodologia semelhantes. O ponto de partida de ambos os modelos são os usuários e suas necessidades. (...) As necessidades do usuário são definidas em termos de tarefas de usuário. (...) Há quatro tarefas de usuário relativas ao uso de dados bibliográficos, e quatro relativas a dados de autoridade” (p. 19-20).
Continuando, a autora enfatiza que “o foco não está no catalogador que cria um único registro, mas no usuário que busca esse registro em grandes catálogos ou bases de dados” (p. 22). Mostra também que a RDA dá ênfase ao registro de relações.
O quarto capítulo explica que a RDA é a norma que substitui as AACR2, mas que coexiste uma continuidade entre ambas, a saber: a mesma estrutura de governança; a RDA foi construída sobre os mesmos alicerces das AACR2; muitas instruções foram derivadas das AACR2 e os novos registros catalográficos serão compatíveis com o antigo código de catalogação.
O quinto capítulo aborda as diferenças e similaridades existentes entre a RDA e o AACR2. Nessa parte da obra analisam-se os aspectos relacionados com a implantação da RDA. Nessa transição as associações profissionais, as escolas de biblioteconomia e o próprio profissional exercerão papéis primordiais para que essas mudanças sejam feitas de forma tranquila. Aqui vale a pena apontar um importante aspecto: para que as normas RDA sejam implantadas e largamente utilizadas no Brasil e nos outros países lusófonos elas precisam ser traduzidas com certa urgência. É quase certo que a barreira linguística pode ser um empecilho para a transição das normas das AACR2 para a RDA.
No último capítulo a autora comenta as vantagens, o presente e o futuro da RDA no contexto informacional. Ao finalizar ela aponta que “na medida em que os catalogadores forem construindo o corpo de dados RDA, os usuários começarão a notar as vantagens de uma norma que coloca suas necessidades no centro” (p. 130).
Com todo esse contexto das tecnologias da informação, especialmente a internet, ficou inevitável a demanda de novas normas de catalogação que pudessem descrever os novos objetos digitais. Assim, o universo bibliográfico fica agora atualizado e de posse de regras que finalmente poderão descrever esse contexto da informação digital surgido nos últimos quinze anos. As normas da RDA vêm dar ao bibliotecário e a outros profissionais de informação um moderno e prático instrumento imprescindível para o bom exercício profissional na área de catalogação nesse mundo digital.
O livro, portanto, é editado no momento certo. Ele pode servir como um prático e didático ponto de partida para os profissionais e estudantes nesse processo de transição ora iniciado.
Referências bibliográficas
(1) OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 978-85-85637-45-3
(2) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983. 2 v.
(3) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002 São Paulo: FEBAB; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. ISBN 8585024046
(4) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002, reimpressão. São Paulo: FEBAB, 2010. 2 v. ISBN 9788585024048
IN: http://a-informacao.blogspot.com/
quinta-feira, maio 12, 2011
IX Jornadas de Ciência da Informação - 17 de Maio de 2011
À semelhança dos anos anteriores, irão realizar-se as Jornadas de Ciência da Informação, que vão já sua na nona edição. Numa organização conjunta dos alunos da Licenciatura em Ciência da Informação (LCI) e do Mestrado de Ciência da Informação (MCI) da Universidade do Porto estarão em analise "Os dez anos de LCI na U.Porto".
As Jornadas decorrerão no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com início previsto para as 9h, terminando às 18h. As inscrições estão a decorrer aqui até ao próximo dia 15 de Maio.
In: http://a-informacao.blogspot.com/
As Jornadas decorrerão no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com início previsto para as 9h, terminando às 18h. As inscrições estão a decorrer aqui até ao próximo dia 15 de Maio.
In: http://a-informacao.blogspot.com/
Com quantos troncos se constrói uma biblioteca?
(Notícia retirada do PublishNews, 10/05/2011)
Em Belim, bem na esquina das ruas Kollwitzstraße and Sredzkistraße, no charmoso bairro de Prenzlauer Berg, fica uma nada tradicional biblioteca. Ela não tem nome, nem porta, nem parede, nem mesa e tampouco um bibliotecário pedindo silêncio. Pega livro quem quer, deixa livro quem quer. Construída com quatro troncos de árvores mortas, essa biblioteca natural é mais um dos pontos de troca de livros do BookCrossing. As obras da biblioteca-árvore, que estão ali só de passagem, ficam protegidas da chuva e do vento em prateleiras fechadas com portinhas de plástico, e estão ao alcance até das crianças.

Em Belim, bem na esquina das ruas Kollwitzstraße and Sredzkistraße, no charmoso bairro de Prenzlauer Berg, fica uma nada tradicional biblioteca. Ela não tem nome, nem porta, nem parede, nem mesa e tampouco um bibliotecário pedindo silêncio. Pega livro quem quer, deixa livro quem quer. Construída com quatro troncos de árvores mortas, essa biblioteca natural é mais um dos pontos de troca de livros do BookCrossing. As obras da biblioteca-árvore, que estão ali só de passagem, ficam protegidas da chuva e do vento em prateleiras fechadas com portinhas de plástico, e estão ao alcance até das crianças.


Bibliotecas britânicas preocupadas
(Notícia retirada do Publishnews, 14/04/2011)
Os bibliotecários britânicos andam meio apreensivos com o fechamento de bibliotecas e com o corte de verba feito pelo governo para tentar minimizar o impacto da crise econômica. Na Feira do Livro de Londres, Tim Coates, um dos mais ativos defensores das bibliotecas, criticou as editoras por não tomarem partido. De acordo com ele, 500 unidades correm o risco de fechar este ano, e se ninguém lutar esse número pode chegar a 1.000 em 2012. Em outro painel, Kate Price, bibliotecária da Universidade de Surrey, voltou à questão criticando o pouco dinheiro que terão para continuar o trabalho e, sobretudo, para se adaptarem às mudanças impostas pela era digital. Outras dificuldades segundo a bibliotecária são: como catalogar todos os aplicativos, como acessar o conteúdo digital e também a falta de conteúdo disponível para bibliotecas, já que muitas vezes o que pode ser comprado pelo público ainda não tem licença para bibliotecas. Uma das ideias para combater a crise que se abre é que os alunos paguem uma taxa para usar os materiais durante o ano letivo. Mas eles ainda não sabem como vão sobreviver a 2011.
sexta-feira, maio 06, 2011
BNP publica boletim sobre normalização em informação e documentação
A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de publicar o primeiro número do boletim informativo «Desenvolvimentos de Normalização em Informação e Documentação».
Como se pode ler no editorial do boletim, a sua publicação tem por objectivo «dinamizar a comunicação com os profissionais de informação no que respeita a actualização de temas do âmbito de actividades de normalização, sinalizando também informações sobre projectos e outras iniciativas em que a aplicação de normas se revele essencial».
Neste número merece especial destaque a recente publicação do novo código de catalogação RDA - Resource Description and Access, que vem substituir as Regras Anglo-Americanas de Catalogação (AACR2).
Poderá consultar o Boletim aqui: http://www.bnportugal.pt/images/stories/servicos/documentos/normalizacao/newsletter_bnp_sdn1.pdf
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