O Plano Nacional de Leitura (PNL) já escolheu a nova lista de livros recomendados para os professores para o ano lectivo 2011/2012.
No total são mais de 2.000 títulos, seleccionados entre milhares, para crianças e adolescentes, mas também para os adultos que frequentam os centros Novas Oportunidades.
O Plano Nacional de Leitura, comissariado por Fernando Pinto do Amaral, foi criado em 2006 com o objectivo de desenvolver nos jovens competências nos domínios da leitura e da escrita.
Anualmente, o PNL propõe centenas de livros técnicos, informativos, de ficção, poesia, álbuns ilustrados, romances, clássicos da literatura portuguesa e estrangeira, que servem de orientação para os professores ao longo de um ano lectivo.
Entre os livros recomendados para ler em voz alta aos mais pequenos constam títulos de David McKee, Leo Lionni, Eric Carle, Lucy Cousins, Jutta Bauer, Quentin Blake, quase todos autores premiados.
A eles juntam-se os portugueses Alice Vieira, José Jorge Letria, Isabel Minhós Martins, António Torrado, António Mota, Manuela Bacelar, Luísa Ducla Soares.
Para as leituras orientadas na sala de aula são propostos, por exemplo, o clássico para a infância O livro da Tila, de Matilde Rosa Araújo, e O papão no desvão, de Ana Saldanha, que valeu a Yara Kono o Prémio Nacional de Ilustração. Há ainda textos tradicionais dos irmãos Grimm, de La Fontaine ou de Hans Christian Andersen, e obras incontornáveis como A fada oriana e A floresta, de Sophia de Mello Breyner Andresen.
Para os alunos do ensino secundário, são sugeridos títulos de José Saramago, Jorge de Sena, Samuel Beckett, José Eduardo Agualusa, poesia de Herberto Helder, Cervantes e Homero.
Algumas das obras presentes nas listas do Plano Nacional de Leitura, fazem parte do fundo bibliográfico da BME.
Fonte: Público
Espaço dedicado à troca de ideias sobre as bibliotecas e a área da bibliotecnomia
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sexta-feira, julho 29, 2011
sábado, julho 23, 2011
PNL admite existência de autocolantes falsos e em livros não recomendados
Anualmente, o Plano Nacional de Leitura elabora listas de livros recomendados para professores e educadores para o ano lectivo em curso, destinados a crianças dos seis meses aos 16 anos, e ainda a adultos que frequentam os centros Novas Oportunidades. No total são mais de 2.000 títulos escolhidos entre os milhares de livros que as editoras enviam para a equipa do Plano.
Além desta selecção, o Plano Nacional de Leitura disponibiliza autocolantes oficiais que as editoras podem colar na capa dos livros que estão recomendados em cada ano. Esse autocolante oficial tem escrito "PNL Ler +".
Segundo um elemento da equipa do PNL, Conceição Barros, que afirmou à agência Lusa, existem diversas situações ilegais de editoras que colocam nos livros pequenos autocolantes não oficiais com referência ao Plano e outras que colocam autocolantes em livros que não foram recomendados.
"Todos os autocolantes que não tenham isto escrito não são os oficiais do Plano Nacional de Leitura. Já vimos autocolantes a dizerem 'autor recomendado pelo PNL', ora o plano não recomenda autores, recomenda livros de autores, o que é muito diferente", disse Conceição Barros.
Conceição Barros admitiu que a existência desse autocolante num livro chama a atenção do comprador, porque é uma espécie de certificado de garantia, mas o consumidor "também não se deixar ir só pelo autocolante", tem que se informar.
Não são muitas as editoras infractores, referiu a responsável, mas algumas fizeram "ouvidos moucos" à recomendação do PNL e é difícil ao programa controlar todas as situações.
Todos os livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura podem ser consultados na página oficial em http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/.
Além desta selecção, o Plano Nacional de Leitura disponibiliza autocolantes oficiais que as editoras podem colar na capa dos livros que estão recomendados em cada ano. Esse autocolante oficial tem escrito "PNL Ler +".
Segundo um elemento da equipa do PNL, Conceição Barros, que afirmou à agência Lusa, existem diversas situações ilegais de editoras que colocam nos livros pequenos autocolantes não oficiais com referência ao Plano e outras que colocam autocolantes em livros que não foram recomendados.
"Todos os autocolantes que não tenham isto escrito não são os oficiais do Plano Nacional de Leitura. Já vimos autocolantes a dizerem 'autor recomendado pelo PNL', ora o plano não recomenda autores, recomenda livros de autores, o que é muito diferente", disse Conceição Barros.
Conceição Barros admitiu que a existência desse autocolante num livro chama a atenção do comprador, porque é uma espécie de certificado de garantia, mas o consumidor "também não se deixar ir só pelo autocolante", tem que se informar.
Não são muitas as editoras infractores, referiu a responsável, mas algumas fizeram "ouvidos moucos" à recomendação do PNL e é difícil ao programa controlar todas as situações.
Todos os livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura podem ser consultados na página oficial em http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/.
Fonte: Público
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