terça-feira, julho 26, 2011

Mestrado em Ciências Documentais

Já se encontram abertas as candidaturas ao Curso de Mestrado em Ciências Documentais, que a Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias ministra, há três anos consecutivos, tendo como experiência, na formação de excelentes profissionais, dotados das competências e capacidades na área da Documentação, Arquivística e Gestão da Informação em geral, o Curso de Pós-Graduação em Ciências Documentais ministrado, nesta Universidade, desde 1998,
Este curso tem a duração de 4 semestres/ 120 ECTS contendo, no 1º Ano (1º e 2º semestres) um conjunto de disciplinas de tronco comum, no 3º semestre, o aluno terá as disciplinas correspondentes às duas Variantes
  • Arquivos ou Bibliotecas e Centros de Documentação em que o aluno poderá optar por fazer apenas uma das variantes ou as duas, o que lhe permitirá, neste caso, ficar com 2 Pós-Graduações:
    • Curso de Pós-Graduação em Ciências Documentais/ Variante de Bibliotecas e Centros de Documentação
    • Curso de Pós-Graduação em Ciências Documentais/ Variante de Arquivos
No caso do aluno pretende obter o grau de Mestre, deverá no 4º semestre, elaborar a respectiva dissertação.
As aulas deste Curso decorrem no 1º semestre, de 2ª a 4ª Feira, das 18 às 22 horas e no 2º semestre, de 2ª a 5ª feira, no mesmo horário.
O Curso tem as seguintes mais valias:
1- Obter o grau de Mestre em Ciências Documentais, sendo que a parte curricular do Mestrado concede o certificado de Pós-Graduação em Ciências Documentais;
2- No caso da Pós-Graduação, o aluno poderá ter as duas Variantes: Variante de Arquivos e Variante de Bibliotecas e Centros de Documentação, que podem ser feitas no mesmo ano lectivo, com o respectivo estágio, ficando assim com dois cursos de Pós-Graduação, realizados em simultâneo;
3- Ganhar competências e experiência prática em contexto real de trabalho, através da frequência do Estágio;
4- Ganhar competência investigadora para a elaboração da Dissertação e caso o deseje, poder evoluir para o Curso de Doutoramento em Documentación, também ministrado pela Universidade Lusófona, ao abrigo de um Convénio realizado com a Universidade de Alcalá;
4- Podem inscrever-se, neste Curso, em regime de Curso Livre, nas diferentes disciplinas para actualização permanente de conhecimentos, outros técnicos de Bibliotecas ou de Arquivos, mesmo que não sejam detentores de uma licenciatura ou se encontrem a frequentar a mesma;
5- Frequentar dois cursos e/ou apenas um, cuja aposta incide nos novos desafios da Profissão de Gestor da Informação (Bibliotecário, Arquivista, Documentalista) e nas mais recentes técnicas e instrumentos de trabalho, dado o currículo do Curso estar em permanente atualização, em consonância com o evoluir das competências que os profissionais de informação devem ter.
6- O Mestrado em Ciências Documentais confere os conhecimentos básicos e é factor de preferência para a prossecução dos Estudos de Doutoramento em Biblioteconomia e Arquivística, a realizar pela Universidade Lusófona, no âmbito do convénio estabelecido com a Universidade de Alcalá de Henares (Espanha) para o efeito.
Mesmo que não tenha terminado a licenciatura, poderá inscrever-se neste Curso, ao abrigo do art.º 46 do Decreto-Lei nº 74/2006 que permite a inscrição em unidades curriculares subsequentes, enquanto se conclui o 1º ciclo.
Se esta informação foi do seu interesse ou está relacionada com a sua formação e área profissional, não deixe de consultar o website em
http://www.ulusofona.pt/index.php/ensino/escolas-faculdades-e-institutos/escola-de-comunicacao-artes-e-tecnologias-da-informacao/mestrados-2º-ciclo/mestrado-em-ciencias-documentais-2.º-ciclo.html ou obter mais informações através do telefone 21 751 55 00 ext. 2162 ou do email nadia.nunes@ulusofona.pt (Assessoria do Curso).
Poderá desde já fazer a sua candidatura online (sem custos para alunos e ex-alunos do Grupo Lusófona) em http://candidaturas.grupolusofona.pt/COL/index.html

In: http://www.incite.pt/2011/07/25/mestrado-em-cincias-documentais/

Uma Biblioteca com 170 anos

Por alvará da rainha Dª Maria II, como consequência da legislação liberal sobre a fundação de bibliotecas, foi criada em 13 de Julho de 1841 a BIBLIOTECA PÚBLICA DE BRAGA, ficando instalada no antigo Convento dos Congregados, onde começaram a ser recolhidos e tratados os livros provenientes das riquíssimas livrarias conventuais da região.

O seu primeiro bibliotecário, Manuel Rodrigues da Silva Abreu, homem de firmes convicções liberais, competente e dedicado, enfrentou desde o início inúmeros obstáculos, a começar pelo facto de a biblioteca ter que partilhar as instalações com o Liceu de Braga até à hostilidade do então presidente da Câmara bracarense, movido por interesses obscuros. Em 1846, durante a revolta da Maria da Fonte, a biblioteca chegou mesmo a ser ocupada por forças miguelistas, o mesmo sucedendo no ano seguinte, perante o desespero do bibliotecário que, corajosamente, durante dias permaneceu nas instalações para evitar roubos e destruições de livros.
Contra a sua vontade a biblioteca foi inaugurada oficialmente, por imposição camarária, em 1857, fechando as portas logo no dia seguinte, por não ter condições para estar aberta ao público, o que só viria a acontecer um ano depois.
Rodrigues Abreu faleceu em 1869 e a partir daí a BPB foi funcionando irregularmente até atingir enorme decadência nos anos finais da monarquia, altura em que era vítima de grande desleixo e mesmo roubo de obras valiosas feito por alguns seus funcionários.
Com a proclamação da República e a nomeação de Alberto Feio como seu bibliotecário (director em 1918), a biblioteca ganha novo fôlego e novas responsabilidades, com a criação do Arquivo Distrital, dela dependente, em 1917 e a aposta decidida na sua dignificação e colocação ao serviço de um público cada vez mais numeroso e exigente, que os anseios culturais do novo regime a ela atraíam.
As instalações tornaram-se exíguas, as colecções bibliográficas e os fundos documentais aumentavam incessantemente, durante anos procurou-se um espaço alternativo, até que em 2 Dezembro 1934, já em pleno Estado Novo, se inaugurou solenemente o novo edifício da biblioteca e do arquivo, instalados agora no antigo Paço do arcebispo D. José de Bragança, magnificamente restaurado para o efeito, a que depois se acrescentariam a ala medieval e a galeria Moura Teles.
Entretanto a BPB passou a beneficiar de depósito legal e a receber por compra ou doação espólios de grandes figuras locais, tornando-se por esse facto uma instituição cultural de relevo.
Contudo vivia com grandes dificuldades, quer em termos de recursos humanos, quer financeiros, o que limitava parte da sua actividade como serviço público (apesar da criação de uma secção infantil), atrasando-se o tratamento técnico das novas publicações e a sua disponibilização para leitura pública, bem como a preservação do valioso acervo.
Após o 25 de Abril de 1974 foi integrada na Universidade do Minho, em Dezembro de 1975, tendo beneficiado, sobretudo nos primeiros anos, do forte investimento que a UM fez na remodelação e conservação do edifício e colecções, na aquisição de mobiliário e equipamento, na informatização e no reforço do quadro de pessoal.
A Biblioteca Pública de Braga, unidade cultural da universidade, tornou-se uma referência a nível nacional, quer pela sua riqueza patrimonial, quer pelas inúmeras actividade de promoção do livro e da leitura que começou a realizar a partir de 1983, tais como encontros com escritores (o emblemático “Um escritor apresenta-se”), lançamentos de novos livros, conferências, colóquios, exposições, recitais de poesia, visitas de estudo, iniciativas voltadas para o público jovem, edição de catálogos e estudos diversos, colaboração regular na revista “Forum” (do Conselho Cultural da Univ. do Minho), etc.
Foi ainda por sugestão da BPB que nasceu a ideia da criação de uma biblioteca de leitura pública em Braga, numa solução inédita integrada no programa Bibliopolis do Instituto Português do Livro e das Bibliotecas, que envolveu a Universidade do Minho, a Câmara Municipal de Braga e o referido Instituto, concretizada em 2005 com a inauguração da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, de cujos fundos bibliográficos é beneficiária.
A BPB, mantendo-se aberta a todos os públicos, é hoje essencialmente uma biblioteca erudita e de conservação, detentora de um valioso património bibliográfico que urge preservar, o que faz com que seja procurada sobretudo por professores e estudantes universitários e por investigadores das mais diversas áreas do conhecimento.
Com todo este historial, sabendo sobreviver às mais diversas vicissitudes, instalada há 170 anos no coração de Braga, ao seu serviço e da região, a Biblioteca Publica de Braga, sem perder a sua identidade, a sua matriz simbólica, ciente dos problemas que terá que enfrentar, aguarda serena mas responsavelmente os desafios do futuro para prosseguir a sua missão como instituição da memória e espaço democrático de informação, cultura e conhecimento, acolhendo como sempre de braços abertos todos quantos a procuram e dela necessitam.

Henrique Barreto Nunes

In: http://www.bad.pt/noticia/2011/07/20/uma-biblioteca-com-170-anos/

sábado, julho 23, 2011

European Library & Europeana – vagas de emprego

A European Library & Europeana possui vagas de emprego para as seguintes áreas:
a. Java Developer
b. Jr. Marketing Specialist
c. Business Projects Coordinator
d. Programme Manager

In: http://dgarq.gov.pt/noticias/european-library-europeana-vagas-de-emprego/

PNL admite existência de autocolantes falsos e em livros não recomendados

Anualmente, o Plano Nacional de Leitura elabora listas de livros recomendados para professores e educadores para o ano lectivo em curso, destinados a crianças dos seis meses aos 16 anos, e ainda a adultos que frequentam os centros Novas Oportunidades. No total são mais de 2.000 títulos escolhidos entre os milhares de livros que as editoras enviam para a equipa do Plano.
Além desta selecção, o Plano Nacional de Leitura disponibiliza autocolantes oficiais que as editoras podem colar na capa dos livros que estão recomendados em cada ano. Esse autocolante oficial tem escrito "PNL Ler +".
Segundo um elemento da equipa do PNL, Conceição Barros, que afirmou à agência Lusa, existem diversas situações ilegais de editoras que colocam nos livros pequenos autocolantes não oficiais com referência ao Plano e outras que colocam autocolantes em livros que não foram recomendados.
"Todos os autocolantes que não tenham isto escrito não são os oficiais do Plano Nacional de Leitura. Já vimos autocolantes a dizerem 'autor recomendado pelo PNL', ora o plano não recomenda autores, recomenda livros de autores, o que é muito diferente", disse Conceição Barros.
Conceição Barros admitiu que a existência desse autocolante num livro chama a atenção do comprador, porque é uma espécie de certificado de garantia, mas o consumidor "também não se deixar ir só pelo autocolante", tem que se informar.
Não são muitas as editoras infractores, referiu a responsável, mas algumas fizeram "ouvidos moucos" à recomendação do PNL e é difícil ao programa controlar todas as situações.
Todos os livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura podem ser consultados na página oficial em http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/.



Fonte: Público

Biblioteca Pública de Nova York fez 100 anos

http://www.npr.org/2011/05/23/136582351/ny-public-library-celebrates-100-years-of-open-doors

quinta-feira, julho 21, 2011

O "efeito Google" está a mudar a forma como memorizamos informação

Há quatro anos, Betsy Sparrow, psicóloga e professora assistente da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, estava a ver um filme a preto e branco, dos anos 40. Sabia que conhecia uma das actrizes, a cara era-lhe familiar, mas... não se lembrava do nome dela. Não perdeu muito tempo. Agarrou no smartphone, entrou na Internet e teve a resposta em segundos. "Como é que se fazia antigamente para memorizar coisas destas?", recorda-se de perguntar, em conversa com o marido, nessa mesma noite.
Algum tempo depois, decidiu estudar a questão, com dois colegas. A equipa acaba de publicar um artigo na revista Science que resulta de uma série de experiências com estudantes da Universidade de Harvard. Chama-se O Efeito Google na Memória: Consequências cognitivas de ter a informação na ponta dos dedos. Uma das experiências consistiu, no essencial, no seguinte: pediu-se a um grupo de estudantes que escrevessem no computador um conjunto de informações; antes de começarem, os investigadores disseram a metade dos alunos que o que iriam escrever ficaria guardado no computador; à outra metade foi dito que a informação se perderia. De seguida, pediu-se-lhes que reproduzissem as frases, de cabeça. Resultado: os que achavam que a informação tinha desaparecido revelaram, de longe, melhor memória, "como se os seus cérebros tivessem feito um backup". Os que acreditavam que poderiam consultar a informação, porque ela estava guardada, saíram-se pior.

Numa outra experiência, os estudantes tiveram que escrever perguntas e respostas, sendo a informação guardada em diferentes "pastas". No final, os alunos revelaram ser mais capazes de recordar as "pastas" onde podiam encontrar as respostas do que as respostas propriamente ditas.

Se dantes as pessoas confiavam nos livros, nos colegas e nos familiares para as ajudarem a encontrar determinadas informações - é um clássico, por exemplo, que os homens confiem que as mulheres não deixarão escapar uma data importante e que elas confiem nos maridos para se lembrar do nome de um amigo distante - hoje confiamos cada vez mais que a Net cumpre essa função. A Net tornou-se uma espécie de banco pessoal de memória.


Fonte: Público

Divulgado o Relatório da situação dos sistemas de arquivo da Administração Central do Estado

Encontra-se já disponível o Relatório da situação dos sistemas de arquivo da Administração Central do Estado (ACE), realizado pela DGARQ em 2010.

Para a sua elaboração foram realizados dois questionários que obtiveram a resposta de mais de 150 organismos, possibilitando, deste modo:
1) Conhecer a actuação das Secretarias-Gerais e de outros organismos da ACE no âmbito das suas competências de gestão de documentos de arquivo, desenvolvidas após o PRACE – Programa de Reestruturação da Administração Central do Estado;
2) Caracterizar a estrutura e o funcionamento dos seus sistemas de arquivo;
3) Fornecer dados que suportem a elaboração de uma proposta de estratégia conjunta com vista à melhoria da intervenção das Secretarias-Gerais no domínio da qualificação dos sistemas de arquivo da ACE.
A DGARQ tenciona, ainda durante este ano, realizar uma Jornada pública de reflexão e debate sobre a situação destes arquivos e perspectivas para o seu desenvolvimento”.

Fonte: www.dgarq.gov.pt.

http://dgarq.gov.pt/files/2011/05/Relatorio_questionarios_ACE_2010_v1.2.pdf

quarta-feira, julho 20, 2011

Hora do conto no Duna Beach - Lagos

Um refrescar do conceito da hora do conto, saindo de espaços tradicionais como escolas ou bibliotecas para um espaço de animação de verão. É o que propõe Tristana Esteves Cardoso ao convidar para "A HORA DO CONTO" no Duna Beach na Meia Praia (Lagos) .
Tristana Esteves Cardoso, escritora infantil já com dois livros editados na colecção do Super Bibas, é a gestora do projecto infantil Duna Kids.

De 15 de Julho a 14 de Agosto, aos sábados, o Duna Kids convida os mais novos e os pais a partir das 10h30 da manhã a ouvirem figuras conhecidas que aqui vão contar histórias e falar um bocadinho das suas experiências profissionais. O parceiro editorial é a Editorial Estampa o que permitirá ainda (re)lançamentos infantis de

De 15 de Julho a 14 de Agosto, aos sábados, o Duna Kids convida os mais novos e os pais a partir das 10h30 da manhã a ouvirem figuras conhecidas que aqui vão contar histórias e falar um bocadinho das suas experiências profissionais. O parceiro editorial é a Editorial Estampa o que permitirá ainda (re)lançamentos infantis de autores conhecidos e que irão participar activamente com as crianças.

Página Facebook do evento: www.facebook.com/event.php?eid=236798043011854

CONTAR HISTÓRIAS:
  • José Figueiras (6Ago)
  • Madjer (23Jul)
  • Pedro Reis (16Jul)
  • Quimbé (16Jul)
  • Francisco Menezes (23Jul)
  • Maria Lacerda (16Jul)
  • Susana Lacerda (16Jul)
  • Sofia Fernandes (6Ago)
  • Gonçalo Santana (6Ago)
AUTORES: Relançamento de livros infantis

O que é uma Biblioteca?

Mas afinal o que define uma biblioteca, será o suporte do seu acervo bibliográfico? Lembram-se do paradigma pós-custodial? Não? Então é tempo de relerem isto: http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/artigo8861.PDF

In: http://a-informacao.blogspot.com/2011/07/o-que-e-uma-biblioteca.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+a-informacao+%28Blogue+%22A+Informa%C3%A7%C3%A3o%22%29

2ª Jornada de Reflexão da BAD – Moura, 2 e 3 de Julho

Na sequência do Encontro da Nazaré, que a BAD realizou em Abril, com bastante participação e agrado de todos, vamos agora reunir em Moura, nos dias 2 e 3 de Julho, com o intuito de conseguir uma maior aproximação aos profissionais do sul do País, sócios e não sócios, interessados em debater os problemas e desafios com que se defrontam, e de que forma a Associação os pode ajudar e intervir, delineando uma estratégia adequada, que sirva ao mesmo tempo para aumentar a sua visibilidade na sociedade em que nos inserimos.
E são esses objectivos que estão reflectidos no programa e no tema a que se irão submeter os trabalhos: “Construir comunidades, reforçar o reconhecimento profissional”. http://www.apbad.pt/Formacao/Formacao_2JornadaMoura.html
Muito amavelmente, a Câmara Municipal de Moura, decidiu oferecer um programa cultural na noite de 2 e, na manhã seguinte, um passeio de barco no Alqueva, que esperamos possa proporcionar um agradável ambiente de convívio a todos os participantes, numa região privilegiada e só recentemente “descoberta” do nosso país.
Após as férias, mais concretamente a 10 de Setembro, tencionamos realizar a 3ª Jornada, na Póvoa de Varzim, onde esperamos ter também uma boa participação, dado ser ao sábado e em local facilmente acessível por transportes públicos. Na ocasião, será então entregue o prémio “Raul Proença / 2009”.

In: http://www.bad.pt/noticia/2011/06/25/2%c2%aa-jornada-de-reflexao-da-bad-%e2%80%93-moura-2-e-3-de-julho/

Contributos para a construção de uma análise SWOT da área de I-D: resultados da 1ª Jornada de Reflexão da BAD

Na 1ª reunião dos corpos sociais da BAD, a 5 de Fevereiro último, foi decidido realizar um encontro alargado a todos os interessados, para debater os novos problemas com que a nossa Associação hoje se confronta, tal como as fragilidades e os pontos fortes que a distinguem, tendo sido realizada a 1ª Jornada de Reflexão no dia 9 de Abril na Biblioteca Municipal da Nazaré.
Tendo como ponto de partida o tema “A profissão e o associativismo na área da Informação e da Documentação” o encontro da Nazaré apresentou como principais objectivos:
  1. orientar resultados para a estratégia da Associação,
  2. agregar/envolver associados e potenciais associados na reflexão e conhecer as suas necessidades, interesses e perspectivas.
Como resultados conseguidos em consequência da reflexão feita durante essa Jornada, publicamos os documentos que apresentam a construção de uma análise SWOT da área da Informação-Documentação e as principais conclusões dos temas em debate.

Biblioteca e Arquivo Histórico de Obras Públicas apresentou o seu sítio na Internet

No dia 2 de Junho de 2011 foi oficialmente apresentado o sítio na Internet da Biblioteca e Arquivo Histórico de Obras Públicas, em www.bahop.moptc.pt, onde é possível aceder ao acervo bibliográfico e arquivístico desta instituição que comemora 100 anos de Abertura à Leitura Pública.

A BAHOP situa-se na Rua do Vale de Pereiro, nº 4 (zona Marquês de Pombal-Rato) e está aberta de 2ª a 6ª feira entre as 9h30 e as 17h, excepto nos meses de Julho a Setembro, em que encerra à 14h.

In: http://www.bad.pt/noticia/2011/07/15/biblioteca-e-arquivo-historico-de-obras-publicas-apresentou-o-seu-sitio-na-internet/

segunda-feira, julho 18, 2011

Código de Ética para os profissionais de informação

A ética no local de trabalho é extremamente importante para um profissional zeloso das suas funções, por isso convém relembrar o Código de Ética :

Objectivos do código de ética

1.Ser um instrumento de clarificação e ajuda à decisão ética dos profissionais de informação em Portugal;

2.Dar aos utilizadores dos serviços de informação portugueses (bibliotecas, arquivos, serviços de informação) a confiança de que os profissionais respeitam os seus direitos;

3.Apresentar à sociedade o compromisso que os profissionais de informação, que trabalham em Portugal, assumem perante os valores éticos que norteiam a sua actividade profissional;

4.Ajudar a integração profissional de novos membros, expressando sucintamente os valores da profissão

domingo, julho 17, 2011

10 dicas para incentivar o seu filho/a para a leitura

  1. Respeite o ritmo do seu filho/a - não se preocupe se o livro que ele/a escolher parecer infantil demais, pois cada criança tem um ritmo diferente; o importante é que o livro esteja presente.
  2. Repare no gosto do seu filho/a - proporcione leituras que atendam aos desejos do seu filho/a.
  3. Faça passeios que tragam a leitura para o quotidiano- procure fazer actividades relacionadas com a leitura de livros, por exemplo: a leitura de uma história de animais combina com uma ida ao jardim zoológico.
  4. Incentive a leitura antes de dormir - conte histórias para o seu filho/a antes de dormir
  5. Improvise representações dos livros - concluída a leitura de um livro, os pais podem organizar peças de teatro baseadas na obra.
  6. "Publique" o livro do seu filho - proponha que o seu filho/a faça o seu próprio livro
  7. Organize um clube do livro - convide amigos/colegas do seu filho/a para uma espécie de festa da leitura, com direito a doces.
  8. Ajude-o/a a ler melhor - muitas crianças ficam frustadas por ler muito devagar e em voz alta; poderá ajudá-lo/a com exercícios.
  9. Não pare de ler para ele/a - abuse das vozes diferentes, das entoações e a história ficará mais emocionante.
  10. Frequente livrarias e bibliotecas - para adquirir o gosto pela leitura a criança precisa de se familiarizar com o ambiente de leitura.

sábado, julho 16, 2011

Biblioteca com caixas de cerveja

Um bairro praticamente abandonado na cidade de Magdeburg, na Alemanha, ganhou nova vida com a construção de uma biblioteca ao ar livre (in 2009). A matéria-prima usada na edificação, que contou com a ajuda dos moradores da comunidade, é basicamente de caixas de garrafas de cerveja recicladas Estamos diante um local que proporciona a leitura, mas também se tornou um centro cultural onde ocorrem eventos comunitários e apresentações de bandas jovens.

Marketing de biblioteca

Aqui: http://balcaodebiblioteca.blogspot.com/2011/07/marketing-de-biblioteca.html

sexta-feira, julho 15, 2011

A outra associação

Para quem não conhece: http://www.incite.pt/

ESTUDOS EDITORIAIS E ARTES GRÁFICAS - Pós graduação

Mais informação aqui: http://bibvirtual.blogs.sapo.pt/

Plataforma de troca de livros gratuita

A Winking Books é uma plataforma de troca de livros gratuita que permite que cada utilizador crie o seu próprio inventário de livros para disponibilizar, ganhando pontos que poderá utilizar para pedir livros que lhe interessem.

Vejam o site aqui: http://www.winkingbooks.com/

"Marketing, Bibliotecas e utilizadores na web social"

In: http://vivabibliotecaviva.blogspot.com/2011/06/seminario-virver-as-bibliotecas_28.html

Marketing, bibliotecas e utilizadores na era do 2.0

In: http://vivabibliotecaviva.blogspot.com/2011/06/marketing-bibliotecas-e-utilizadores-na.html

Metadados para a gestão de documentos

A norma ISO 23081 (1) e (2) Information and Documentation estabelece um marco para a criação, gestão e uso de metadados para a gestão de documentos, e explica os princípios para o seu estabelecimento.
A norma ISO 15489, Information and documentation -- Records management, trata da importância dos metadados próprios da gestão de documentos nos processos de negócio, dos diferentes tipos de metadados e do papel que desempenham tanto para os próprios processos de trabalho como para os processos de gestão de documentos. Estabelece também uma grelha para gerir os metadados.

Bibliografia:
"Información y documentación - Procesos de gestión de documentos - Metadatos para la gestión de documentos. Parte 1: Principios. ISO 23081-1:2006." Revista española de Documentación Científica vol. 31, n. 2 (2008). pp.: http://redc.revistas.csic.es/index.php/redc/article/view/429/441

Estudo "Prospectiva de una profesión en constante evolución"



No passado dia 26 de Maio foi apresentado na FESABID 2011 - XII Jornadas Españolas de Documentación, o estudo "Estudio FESABID sobre los Profesionales de la Información 2011".
Este estudo foi realizado pela FESABID em colaboração com a Fundación Germán Sánchez Ruipérez e teve o patrocínio da empresa SWETS.
O objectivo deste trabalho foi o de conhecer a percepção dos profissionais de informação espanhóis sobre o seu perfil profissional e sobre as tendências de futuro.
No estudo “Prospectiva de una profesión en constante evolución”, que foi apresentado como comunicação no âmbito das XII Jornadas Españolas de Documentación, apresentam-se dados quantitativos sobre o grupo profissional e a sua importância no sector cultural, assim como os principais resultados dos estudos de opinião realizadas a mais de 1.500 profissionais espanhóis. Os dados completos serão apresentados num relatório a publicar no final do ano.
A apresentação da comunicação está disponível neste endereço:
http://www.fesabid.org/system/files/repositorio/fesabid11-pn2-prospectiva.pdf
 

Programa do Governo português para a Cultura

Sector do livro, da leitura e da política da Língua

O Governo assume o compromisso de completar a Rede Nacional de Bibliotecas iniciada em 1986, no X Governo Constitucional, dotando-a dos instrumentos adequados ao cumprimento dos contratos-programa estabelecidos ou a estabelecer com as Autarquias.
Retomar-se-á a Rede do Conhecimento, interrompida em 2005, alicerçando-se nas infra-estruturas das bibliotecas municipais uma vasta partilha de recursos e de meios tecnológicos potenciadora da divulgação e acesso ao livro e à leitura.
A fim de valorizar o papel da Cultura portuguesa no Mundo o Governo irá sistematizar o programa de tradução de literatura portuguesa no estrangeiro, com o objectivo alargá-lo a todos os países da União Europeia no prazo da legislatura, com apoio do MNE/Instituto Camões e a participação dos grupos editoriais de referência.
Com o mesmo objectivo será retomado o circuito de feiras do livro nos PALOPs e Timor.
O Governo continuará a apoiar o Plano Nacional de Leitura, reavaliando a sua função e a natureza do seu trabalho, bem como a sua ligação às bibliotecas escolares.
O Governo acompanhará a adopção do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa garantindo que a sua crescente universalização constitua uma oportunidade para colocar a Língua no centro da agenda política, tanto interna como externamente.
Nesse sentido, irá apoiar o reforço do papel do Português como língua de comunicação internacional junto das instâncias internacionais e em profunda concertação com os restantes países da CPLP, relembrando que, mais do que criar novas entidades de promoção da Língua, interessa potenciar aquelas que já existem, sejam elas de carácter associativo, académico ou político; nessa medida, reavaliará a execução e gestão do Fundo da Língua Portuguesa.
O Governo apoiará a digitalização de fontes e de conteúdos de natureza literária e científica em Língua Portuguesa, continuando a promover, através da Biblioteca Nacional, a classificação, conservação e divulgação do espólio dos grandes criadores da Língua Portuguesa.
O Governo criará, em colaboração com entidades públicas e privadas, um conjunto o mais alargado possível de bibliotecas da Língua e da Cultura Portuguesa a distribuir pelos países e comunidades onde se fala a nossa Língua.

O resto do programa está aqui: http://www.portugal.gov.pt/pt/GC19/Governo/ProgramaGoverno/Pages/ProgramadoGoverno_43.aspx#

Jorge Couto deixa a Biblioteca Nacional no final do mês

O director da Biblioteca Nacional de Portugal (BNP), Jorge Couto, cessa funções por decisão própria a partir de 30 de Junho, disse fonte do seu gabinete.

O historiador Jorge Couto estava à frente dos destinos da BNP desde 29 de Outubro de 2005, e desde 2 de Dezembro do ano passado exercia em regime de acumulação, não remunerado, as funções de director-geral do Livro e das Bibliotecas.

A junção da BNP com a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas estava em preparação no anterior Governo, liderado por José Sócrates, mas não foi publicada a respectiva lei orgânica pelo que os dois organismos mantinham autonomia.

Como director da BNP, Jorge Couto, iniciou as obras de alargamento do edifício, no Campo Grande, em Lisboa, que incluía a dotação de um cofre-forte segundo as mais sofisticadas regras de segurança, cuja conclusão está prevista para Setembro próximo.

O historiador natural dos Açores deve regressar à vida académica. Jorge Couto é professor na Faculdade de Letras de Lisboa e investigador do respectivo Centro de História. É autor de numerosos livros, artigos, introduções e prefácios publicados tanto em Portugal como no Brasil, Espanha, França, Estados Unidos, China e Japão, tendo algumas obras suas sido traduzidas para inglês, espanhol, francês e japonês.

Foi presidente do Instituto Camões de 1998 até 2002. É membro da Academia Portuguesa da História e Sócio Correspondente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (Brasil). Entre as suas obras refira-se “A Construção do Brasil” e a coordenação e direcção de “O Rio de Janeiro – Capital do Império Português (1808-1821)”.

quinta-feira, junho 16, 2011

Portugal: Editar em tempo de crise é chover no molhado

Fonte: Diário de Notícias (Lisboa). Data: 26/05/2011.

Autor: Manuel Porto Valento.

Sei que, num estudo encomendado por um dos nossos grandes grupos editoriais, um especialista afirmou serem os momentos de crise favoráveis à leitura e ao livro, uma vez que as pessoas ficam mais por casa e, portanto, mais disponíveis para actividades gerais de entretenimento e lazer cultural. Não sei se a tese é consistente, mas sei que a desmentem, para já, os resultados das principais cadeias de livrarias.

Editar em tempos de crise é chover no molhado: mesmo em tempos de vacas gordas a actividade editorial portuguesa sempre esteve condicionada pela escassez de massa crítica, pela falta de hábitos de leitura e pelo parco estímulo recebido, quer do poder político, quer das diversas instâncias da comunicação social. Poder-se-ia pois dizer que os editores conhecem como ninguém os meandros de uma situação em que a vontade de fazer mais e melhor esbarra, invariavelmente, com a escassa resposta do mercado e o silêncio, tonitruante, de muitos prescritores.

É evidente que a presente crise, e a dificuldade de crédito que lhe está associada, pode afectar seriamente a sobrevivência de algumas pequenas editoras - muitas delas responsáveis por linhas editoriais que contribuem notoriamente para o enriquecimento do nosso tecido cultural. Os grandes grupos e as grandes editoras têm logicamente outras possibilidades de defesa, se souberem articular inteligentemente a edição literária e a edição comercial e não caírem na armadilha de pensar que é editando "pior" que melhor se defendem das inevitáveis contracções do consumo. Até porque, em minha opinião, será a literatura mais ligeira (e uso a designação sem qualquer intenção pejorativa) aquela que mais sofrerá com os efeitos perversos de uma crise.

Sempre defendi que é preciso publicar o que "dá" para poder publicar o que "não dá". Nunca como nestes tempos será preciso compreender o que significa articular estes dois polos de uma mesma realidade. Se a edição já não é o território utópico em que o autor (o verdadeiro autor) era o sintagma nominal que justificava toda uma actividade; se o leitor se tornou, com a emergência da indústria editorial, o animal feroz que todos querem domesticar e compreender; se os editores (os verdadeiros editores) se confrontam hoje com o poder crescente das estruturas comerciais e de marketing; se o país está em crise (económica mas não só), cujos efeitos os potenciais compradores de livros sentem no bolso - então chegou a altura de compreender definitivamente que a edição é fundamental na educação de um povo e que não pode ser abandonada às flutuações dos ratings e às oscilações dos mercados. Pena é que os partidos políticos não o tenham ainda compreendido.
 
In:

O verdadeiro fim das bibliotecas como as conhecemos?

Um país sem Bibliotecas é este o título da notícia do jornal espanhol Público. Reino Unido, Estados Unidos... leiam e verifiquem como o cerco às Bibliotecas está a fechar.
 
Vejam aqui:http://www.publico.es/culturas/381738/un-pais-sin-bibliotecas
 
In: http://a-informacao.blogspot.com/2011/06/o-verdadeiro-fim-das-bibliotecas-como.html

Nova revista: “InCID: Revista de Ciência da Informação e Documentação”

É uma revista semestral da Universidade de São Paulo-Ribeirão que se dedica à divulgação especializada na área informacional, publicando principalmente pesquisas originais, como também documentos especiais, traduções e resenhas.

O sumário do primeiro número inclui:

Artigos:

• A potência do não percebido: Hegel, Dewey e seu lugar na corrente principal do pensamento classificatório. Hope A. Olson.

• Espinoza e a linguagem. Olga Pombo.

• Movimentos de Espinosa e(m) Pêcheux. Denise Viuniski da Nova Cruz, Lucilia Maria Sousa Romão.

• Entre a Retórica e a Filologia: do pragmatismo ao humanismo na epistemologia da Ciência da Informação. Gustavo Silva Saldanha.

• BIBLON: plataforma de incentivo a leitura literária para crianças. Cássia Cordeiro Furtado, Lidia Oliveira.

• Rede de tags para recuperação da informação no contexto da Representação Iterativa. José Eduardo Santarem Segundo, Silvana Aparecida Borsetti Gregório Vidotti.

• Análise bibliométrica e cientométrica: desafios para especialistas que. atuam no campo. Márcia Regina da Silva, Carlos Roberto Massao Hayashi, Maria Cristina Piumbato Innocentini Hayashi.

• Imagem da biblioteca pública na Sociedade da Informação. Maria Cleide Rodrigues Bernardino, Emir Jose Suaiden.

• Evolução ontológica das linguagens documentárias. Relato de uma experiência de curso organizado conjuntamente para o DT/SIBI-USP e o PPGCI/ECA. José Antonio Moreiro González.

• Os sistemas de organização do conhecimento pelas perspectivas das normas internacionais de construção no mundo contemporâneo informacional. Vera Regina Casari Boccato.

• Apropriações sociais da tecnologia: ética e netiqueta no universo da infocomunicação. Ana Carolina Silva Biscalchin, Marco Antonio de Almeida.

• Ações de informação e práticas documentárias como políticas difusas de memória. Geni Chaves Fernandes.

Relato de Experiência:

• Relato de viagem a dois arquivos portugueses e exposição francesa de ciência e história. Silvia Maria do Espirito Santo.

Entrevista:

• Entrevista (bilingue: inglês/português) Michael Buckland.

Resenha:

• A organização e as políticas do conhecimento ao longo do tempo: desbravando a Amazônia. Giulia Crippa.

In: http://a-informacao.blogspot.com/2011/06/nova-revista-incid-revista-de-ciencia.html

Emprestar e-books...

http://bibliotequices.blogspot.com/2011/05/emprestar-ebooks-complicar-o-que-era.html

A vida secreta dos livros...

http://bibliotequices.blogspot.com/2011/05/vida-secreta-dos-livros.html

segunda-feira, maio 23, 2011

Seminário 'O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos' - 23 e 24 de Maio, Braga

A Associação Portuguesa de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas – Delegação Regional do Norte, em parceria com a Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva e a Tecminho, convida todos os interessados a participar no Seminário “O Ambiente Digital Aberto: desafios e impactos”, a decorrer no auditório da Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, nos próximos dias 23 e 24 de Maio.
O evento de dois dias está estruturado em quatro Painéis Temáticos (Ambiente Digital, Propriedade Intelectual em Ambiente Aberto, Acesso Aberto ao Conhecimento Científico e Arquivos Abertos), e contará com a presença de ilustres convidados, em representação de diversas entidades públicas e privadas, como a Universidade do Minho, a Universidade do Porto e a Universidade de Coimbra, a Agência para a Sociedade do Conhecimento, a Câmara Municipal de Famalicão, a Biblioteca Municipal de Oeiras, a Sociedade Portuguesa de Autores, a AGECOP – Associação para Gestão de Cópia Privada, e empresas especialistas na gestão de arquivos definitivos, gestão integrada de bibliotecas, gestão documental, repositórios digitais, e preservação digital.

As inscrições devem ser efectuadas em linha, nesta página. O preço de inscrição para os associados BAD é de 12.00€ e para os não associados 15.00€. As inscrições são limitadas.
Os participantes terão direito a um certificado de formação emitido pela TecMinho, entidade acreditada pela DGERT – Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho.

Consulte o website do Seminário: http://ambientedigitalaberto.wordpress.com/

IN: http://a-informacao.blogspot.com/

RDA: um novo paradigma na catalogação

Acaba de ser publicado um dos primeiros livros na língua portuguesa sobre a nova norma de catalogação denominada RDA (Recursos: Descrição e Acesso). Essa nova obra é de autoria de Chris Oliver, coordenadora de Catalogação da McGill University Library, em Montreal (Canadá), e tem como título Introdução à RDA: um guia básico (1) [Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p.]. A edição original em inglês foi publicada em 2010, pela American Library Association. Portanto, ambas as edições possuem conteúdos muito recentes.

Como se sabe a RDA está provocando uma enorme mudança na catalogação internacional desde a publicação da segunda edição do Código de catalogação anglo-americano – com edição brasileira publicada pela FEBAB em 1983 e em 2004, agora incorporando a revisão de 2002; também existe uma reimpressão, lançada em 2010 (2-4). Pensava-se que seria lançada uma nova edição do código de catalogação e que a sua nova sigla, continuando a longa tradição das versões anteriores, fosse AACR3. Além disso, essa nova edição certamente iria incluir as modificações geradas pelas atualizações ocorridas no formato MARC 21. Mas, a longa tradição de edições sucessivas do AACR foi quebrada e não teremos o AACR3!

Todavia, “apesar de manter uma forte relação com as AACR2, a RDA delas difere em muito, devido a ser baseada numa estrutura teórica, ter sido projetada para o ambiente digital e seu escopo ser mais abrangente do que o das AACR2” (p. 1). De fato, as normas da RDA são baseadas nos modelos conceituais do Functional Requirements for Bibliographical Records (FRBR, Requisitos Funcionais para Registros Bibliográficos) e do Functional Requirements for Authority Data (FRAD, Requisitos Funcionais para Dados de Autoridade), e incorporam um ponto de vista impensável anos atrás. Agora a estrutura da descrição bibliográfica inclui também o acesso à informação do objeto descrito como um todo.

O novo livro está composto por sete capítulos. O primeiro, intitulado “O que é a RDA?”, mostra a base teórica na qual a RDA foi baseada. A autora menciona que “a RDA consiste num conjunto de instruções práticas, que, no entanto, baseia-se numa estrutura teórica que define a forma, a estrutura e o conteúdo desta nova norma” (p. 1). Os dados RDA podem “ser codificados com o emprego de esquemas existentes, como o MARC21, Dublin Core, MODS e também podem ter correspondências estabelecidas com outros esquemas, atuais ou futuros. (...) os dados RDA também foram projetados para serem usados no ambiente da Rede e em novos tipos de estruturas de bases de dados. (...) A RDA pode ser utilizada para a descrição tanto de recursos tradicionais quanto não-tradicionais, analógicos e digitais, dentro e fora da biblioteca” (p. 3).

O segundo capítulo aborda as relações da RDA com as normas, modelos e princípios internacionais. Nele é apontado que a RDA “emprega os conceitos, a terminologia e os princípios reconhecidos pela comunidade internacional de catalogação. Baseia-se em tradições catalográficas existentes embora também se leve em conta a forma como os dados das bibliotecas serão usados no futuro. (...) A RDA foi desenvolvida para se encaixar na matriz de normas internacionais de descrição de recursos” (p. 8).

O terceiro capítulo comenta o FRBR e FRAD na RDA. Aí se afirma com detalhes que a RDA é de fato uma aplicação desses dois modelos conceituais. “Esses modelos moldaram a estrutura da RDA e influenciaram a linguagem empregada nas instruções” (p. 17). Um aspecto interessante é apontado pela autora: “os modelos FRBR e FRAD são modelos de entidade-relação. Foram desenvolvidos com o emprego de enfoque e metodologia semelhantes. O ponto de partida de ambos os modelos são os usuários e suas necessidades. (...) As necessidades do usuário são definidas em termos de tarefas de usuário. (...) Há quatro tarefas de usuário relativas ao uso de dados bibliográficos, e quatro relativas a dados de autoridade” (p. 19-20).

Continuando, a autora enfatiza que “o foco não está no catalogador que cria um único registro, mas no usuário que busca esse registro em grandes catálogos ou bases de dados” (p. 22). Mostra também que a RDA dá ênfase ao registro de relações.

O quarto capítulo explica que a RDA é a norma que substitui as AACR2, mas que coexiste uma continuidade entre ambas, a saber: a mesma estrutura de governança; a RDA foi construída sobre os mesmos alicerces das AACR2; muitas instruções foram derivadas das AACR2 e os novos registros catalográficos serão compatíveis com o antigo código de catalogação.

O quinto capítulo aborda as diferenças e similaridades existentes entre a RDA e o AACR2. Nessa parte da obra analisam-se os aspectos relacionados com a implantação da RDA. Nessa transição as associações profissionais, as escolas de biblioteconomia e o próprio profissional exercerão papéis primordiais para que essas mudanças sejam feitas de forma tranquila. Aqui vale a pena apontar um importante aspecto: para que as normas RDA sejam implantadas e largamente utilizadas no Brasil e nos outros países lusófonos elas precisam ser traduzidas com certa urgência. É quase certo que a barreira linguística pode ser um empecilho para a transição das normas das AACR2 para a RDA.

No último capítulo a autora comenta as vantagens, o presente e o futuro da RDA no contexto informacional. Ao finalizar ela aponta que “na medida em que os catalogadores forem construindo o corpo de dados RDA, os usuários começarão a notar as vantagens de uma norma que coloca suas necessidades no centro” (p. 130).

Com todo esse contexto das tecnologias da informação, especialmente a internet, ficou inevitável a demanda de novas normas de catalogação que pudessem descrever os novos objetos digitais. Assim, o universo bibliográfico fica agora atualizado e de posse de regras que finalmente poderão descrever esse contexto da informação digital surgido nos últimos quinze anos. As normas da RDA vêm dar ao bibliotecário e a outros profissionais de informação um moderno e prático instrumento imprescindível para o bom exercício profissional na área de catalogação nesse mundo digital.

O livro, portanto, é editado no momento certo. Ele pode servir como um prático e didático ponto de partida para os profissionais e estudantes nesse processo de transição ora iniciado.

Referências bibliográficas

(1) OLIVER, Chris. Introdução à RDA: um guia básico. Brasília: Briquet de Lemos, 2011. 153 p. ISBN 978-85-85637-45-3

(2) Código de catalogação anglo-americano. 2. ed. São Paulo: FEBAB, 1983. 2 v.

(3) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002 São Paulo: FEBAB; Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004. 2 v. ISBN 8585024046

(4) Código de Catalogação Anglo-Americano. 2. ed., revisão 2002, reimpressão. São Paulo: FEBAB, 2010. 2 v. ISBN 9788585024048

IN: http://a-informacao.blogspot.com/

quinta-feira, maio 12, 2011

IX Jornadas de Ciência da Informação - 17 de Maio de 2011

À semelhança dos anos anteriores, irão realizar-se as Jornadas de Ciência da Informação, que vão já sua na nona edição. Numa organização conjunta dos alunos da Licenciatura em Ciência da Informação (LCI) e do Mestrado de Ciência da Informação (MCI) da Universidade do Porto estarão em analise "Os dez anos de LCI na U.Porto".

As Jornadas decorrerão no Anfiteatro Nobre da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, com início previsto para as 9h, terminando às 18h. As inscrições estão a decorrer
aqui até ao próximo dia 15 de Maio.

In: http://a-informacao.blogspot.com/

Com quantos troncos se constrói uma biblioteca?

(Notícia retirada do PublishNews, 10/05/2011)
Em Belim, bem na esquina das ruas Kollwitzstraße and Sredzkistraße, no charmoso bairro de Prenzlauer Berg, fica uma nada tradicional biblioteca. Ela não tem nome, nem porta, nem parede, nem mesa e tampouco um bibliotecário pedindo silêncio. Pega livro quem quer, deixa livro quem quer. Construída com quatro troncos de árvores mortas, essa biblioteca natural é mais um dos pontos de troca de livros do BookCrossing. As obras da biblioteca-árvore, que estão ali só de passagem, ficam protegidas da chuva e do vento em prateleiras fechadas com portinhas de plástico, e estão ao alcance até das crianças.





 

Bibliotecas britânicas preocupadas

(Notícia retirada do Publishnews, 14/04/2011)
 
Os bibliotecários britânicos andam meio apreensivos com o fechamento de bibliotecas e com o corte de verba feito pelo governo para tentar minimizar o impacto da crise econômica. Na Feira do Livro de Londres, Tim Coates, um dos mais ativos defensores das bibliotecas, criticou as editoras por não tomarem partido. De acordo com ele, 500 unidades correm o risco de fechar este ano, e se ninguém lutar esse número pode chegar a 1.000 em 2012. Em outro painel, Kate Price, bibliotecária da Universidade de Surrey, voltou à questão criticando o pouco dinheiro que terão para continuar o trabalho e, sobretudo, para se adaptarem às mudanças impostas pela era digital. Outras dificuldades segundo a bibliotecária são: como catalogar todos os aplicativos, como acessar o conteúdo digital e também a falta de conteúdo disponível para bibliotecas, já que muitas vezes o que pode ser comprado pelo público ainda não tem licença para bibliotecas. Uma das ideias para combater a crise que se abre é que os alunos paguem uma taxa para usar os materiais durante o ano letivo. Mas eles ainda não sabem como vão sobreviver a 2011.
 

É um livro, é simples...

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=XwoW9hnB4vY

sexta-feira, maio 06, 2011

BNP publica boletim sobre normalização em informação e documentação

A Biblioteca Nacional de Portugal acaba de publicar o primeiro número do boletim informativo «Desenvolvimentos de Normalização em Informação e Documentação».

Como se pode ler no editorial do boletim, a sua publicação tem por objectivo «dinamizar a comunicação com os profissionais de informação no que respeita a actualização de temas do âmbito de actividades de normalização, sinalizando também informações sobre projectos e outras iniciativas em que a aplicação de normas se revele essencial».

Neste número merece especial destaque a recente publicação do novo código de catalogação RDA - Resource Description and Access, que vem substituir as Regras Anglo-Americanas de Catalogação (AACR2).


quinta-feira, abril 28, 2011

Livros digitais já vendem mais do que em papel

Durante o mês de Fevereiro de 2011 foram vendidos mais livros electrónicos do que livros em papel nos EUA, num volume de negócio que ultrapassou os 90 milhões de dólares (cerca de 63 milhões de euros). A notícia foi avançada pela Associação de Editores Americanos, que anunciou ainda que o ‘download’ de audiolivros também aumentou (36,7 por cento), tendo atingido o valor de 5 milhões de euros.

Segundo a mesma fonte, os ebooks mais procurados abrangem todos os géneros, sem excluir o livro infantil, com maior ênfase sobre os publicados há mais de um ano.

domingo, abril 24, 2011

Semana dos Livreiros começa quinta-feira

A Semana dos Livreiros, à qual aderiu a maioria das livrarias lisboetas e que começa esta quinta-feira, "abre o apetite para a Feira do Livro que se segue de imediato", disse Ana Neves, da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL).
A semana, durante a qual haverá livros com o desconto mínimo de 10 por  cento, prolonga-se até dia 27 e a Feira do Livro começa no dia seguinte.  
As livrarias promovem diversas actividades como sessões de autógrafos  e apresentação de novos livros, e podem colocar balcões exteriores, "trazendo  a festa do livro para a rua", diz Ana Neves.  
"Aposta-se numa maior visibilidade das livrarias, é a saída dos livreiros  para a rua", enfatizou a responsável. 
Luís Proença, autor de ‘Começar Bem para Chegar ao Topo’, realiza esta tarde, na Livraria Europa-América, na avenida Marquês de Tomar, uma sessão de autógrafos.
Outras actividades previstas são, no sábado, a apresentação do livro  de Luís Miguel Rocha, ‘A Mentira Sagrada’, no El Corte Inglés, em São Sebastião  da Pedreira, às 16h00, e às 18h00 na Bertrand do Chiado.   
Na terça-feira, às 18h30 será apresentado  o livro ‘Costura-Mania’, de Joana Nobre Garcia, na FNAC do Chiado.  
Paula Bobone, autora de dez títulos, entre eles, ‘Socialmente correcto’  e ‘Queridas Jóias’, estará numa sessão de autógrafos, terça-feira próxima,  à tarde, na Europa-América.
Também nesta livraria, mas quarta-feira à tarde,  realiza-se uma sessão de apresentação seguida de autógrafos da quiromante  Zila, autora de ‘Linhas das Mãos dos Famosos - Aprenda a Ler as Suas’.  

sábado, abril 23, 2011

23 de Abril - Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor


O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge.
Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge e recebem em troca um livro. Mais recentemente, a troca de uma rosa por um livro tornou-se uma tradição em vários países do mundo. Em simultâneo, é prestada homenagem à obra de grandes escritores, como Shakespeare e Cervantes, falecidos exactamente a 23 de Abril.
Todos os anos, o Ministério da Cultura, através da Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas, assinala este dia com a publicação de um cartaz que distribui por bibliotecas, livrarias e outros espaços culturais. Com ele, pretende-se chamar a atenção para a importância do livro e da leitura.
O cartaz deste ano é da autoria do artista plástico e ilustrador João Vaz de Carvalho. Premiado nacional e internacionalmente, editado em vários países, a sua uma obra é hoje reconhecida como uma das vozes mais activas do sector.
 Nesta data, é habitual promover-se também um passatempo que de alguma forma se relacione com uma iniciativa ou efeméride do ano em causa.
Para 2011, a DGLB está a promover o passatempo “Voluntários da Leitura”, incentivando o voluntariado a nível de projectos concebidos para populações em situação de isolamento ou de exclusão social. Pretende-se, assim, chamar a atenção para a importância do livro e da leitura, mostrando que eles melhoram significativamente as condições de vida das populações.

Livraria Bertrand do Chiado é a mais antiga do mundo

Desde que abriu em 1732, a Livraria Bertrand do Chiado nunca deixou de funcionar. É por isso que entrou para o Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em actividade.

A Livraria Bertrand do Chiado foi reconhecida pelo Guiness como a livraria mais antiga do mundo ainda em actividade. O atestado, certificado pelo Guiness Book of Records, está exposto desde ontem à noite no interior da loja.

A livraria Bertrand do Chiado está em funcionamento desde 1732 e o processo de candidatura a livraria mais antiga do mundo obedeceu “a uma rigorosa prestação de provas”. Foi necessário confirmar que a actividade da livraria não foi interrompida ao longo destes anos e para isso contribuíram o historiador contemporâneo e colaborador da LisbonWalker, José Antunes; o sociólogo Miguel Cabrita; Ana Salvado, que no momento da candidatura era subdirectora do Instituto Nacional para a Reabilitação; o escritor, historiador e crítico de arte José Augusto-França, entre outros.

A primeira Bertrand, fundada por Pedro Faure em 1732, abriu portas na Rua Direita do Loreto, em Lisboa. Mais tarde, em 1755, quando já era o genro de Faure, Pierre Bertrand que dirigia a livraria foi instalar-se junto da Capela de Nossa Senhora das Necessidades por causa do Grande Terramoto. Dezoito anos depois, em 1773, a Bertrand voltou a abrir as portas na já reconstruída baixa pombalina. No texto de José António Saraiva, “Bertrand – a história de uma editora” é-nos dito pelo historiador que a Bertrand teve 11 nomes e conheceu quatro moradas.

Esta novidade, de a Livraria Bertrand do Chiado ser a mais antiga do mundo, foi dada ontem durante um jantar que juntou livreiros, editores, autores e jornalistas na loja do Chiado. Um espaço ao lado da livraria, o número 15 da Rua Anchieta, foi recentemente recuperado e passará agora a chamar-se a Sala do Autor onde se realizarão lançamentos de livros e tertúlias como a "Ler No Chiado". Foi nessa sala que José Fontana, que foi durante 16 anos empregado da Bertrand do Chiado, primeiro como livreiro e depois como gerente, se suicidou por estar doente com tuberculose. Personagem real que inspirou o romance “Na próxima semana, talvez”, de Alberto Nessi, e que já está à venda nas livrarias.

A rede de livrarias Bertrand apresentou ontem também um “Manifesto” que Paulo Oliveira, do Conselho de Administração, definiu como “um compromisso com o livro e com o leitor”. O escritor valter hugo mãe e o editor Diogo Madre Deus (editor da Cavalo de Ferro, fundou em 2005 com Romana Petri, a Cavallo di Ferro editore, com sede em Roma) leram durante a cerimónia o manifesto “Somos Livros”: “Somos a tinta fresca em folha áspera. A capa dura. Aquilo que procura. Somos a História. Desde sempre. O terramoto de 55 e a revolução de 74. Somos todos os nomes. As pessoas do Pessoa. Alexandre Herculano e Ramalho Ortigão.”

Conta-se que nas salas da livraria, ninguém ousava invadir o cantinho de Aquilino Ribeiro e ainda não há muito era possível encontrar naqueles corredores Fernando Namora ou José Cardoso Pires. A Bertrand Livreiros é o nome de uma rede com 53 livrarias espalhadas pelo país e integra formalmente o Grupo Porto Editora desde 30 de Junho do ano passado.

In:
http://www.publico.pt/Cultura/livraria-bertrand-do-chiado-e-a-mais-antiga-do-mundo_1490867

quinta-feira, abril 21, 2011

"RNOD - Registo Nacional de Objectos Digitais"- Lançamento- 4 de Maio

O Registo Nacional de Objectos Digitais - RNOD é um agregador de conteúdos bibliográficos digitais e digitalizados disponibilizados em rede por entidades portuguesas que visa a coordenação e difusão desses recursos, a nível nacional e internacional, e a sua integração no Portal Europeana. Um ponto central de pesquisa e acesso, um instrumento para a racionalização e colaboração em projectos de digitalização, um meio de internacionalização de conteúdos culturais portugueses.

Programa
 11h00
Abertura presidida pelo Secretário de Estado da Cultura

11h30
Contribuição portuguesa para a Europeana: ponto de situação e perspectivas:
· Arquivos – Direcção-Geral de Arquivos
· Museus – Instituto dos Museus e da Conservação
· Imagens em movimento – Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema
· Bibliotecas – Biblioteca Nacional de Portugal

12h15
RNOD - Registo Nacional de Objectos Digitais: Apresentação

quarta-feira, abril 20, 2011

Encontro «Ciências da Informação e Documentação: perspectivas actuais»

O Centro Interdisciplinar de História, Culturas e Sociedades da Universidade de Évora promove o Encontro «Ciências da Informação e Documentação: perspectivas actuais», no dia 12 de Maio.
A iniciativa, integrada no primeiro Programa de Doutoramento em Ciências da Informação e Documentação da Universidade de Évora (2009/2012) e com tutela com a Universidade Carlos III de Madrid, espera discutir e reflectir sobre as diferentes linhas e tendências mais recentes da investigação portuguesa e estrangeira neste campo de estudos. O Programa do Encontro é diversificado, com participações de investigadores de áreas distintas e de diferentes instituições fomentando, assim, o debate desta área do conhecimento.
Para consulta do programa e inscrições visite o sítio do CIDEHUS.UÉ .

A evolução do livro



Interessante vídeo elaborado pela editora francesa Hachette para mostrar que ao mesmo tempo em que o formato do livro está mudando, as coisas que dele retiramos permanecem constantes. A evolução deste meio é mostrada, desde a antiguidade até aos livros eletrônicos (e-books).

URL: http://
youtu.be/PF9Q3LcOAQ8
 
 

segunda-feira, abril 18, 2011

Bibliotecário português nomeado para prémio ALMA

Nas aldeias de Proença-a-Nova, quem espera todos os dias pela chegada do bibliomóvel de Nuno Marçal, uma carrinha recheada de livros e revistas, provavelmente desconhece que o bibliotecário está nomeado para um importante prémio internacional.

Nuno Marçal é o candidato de Portugal, indigitado pela DGLB, ao prémio sueco Astrid Lindgren Memorial (ALMA) de 2011, um galardão no valor de 500 mil euros que distingue quem, em todo o mundo, promove a leitura e a literatura para a infância.
«É um orgulho enorme estar naquela lista de finalistas, mas não acredito muito que ganhe. É um estímulo para continuar a fazer o meu trabalho aqui na promoção da leitura», disse o bibliotecário.

Nuno Marçal, de 36 anos, percorre diariamente o concelho de Proença-a-Nova ao volante de uma carrinha que transporta uma pequena biblioteca itinerante, com livros, jornais e DVD.
Os principais leitores e utentes da pequena biblioteca ambulante, itinerante, são sobretudo pessoas mais velhas, algumas de aldeias isoladas do concelho, que veem em Nuno Marçal uma companhia para conversar.
No final de 2010, quando soube que estava nomeado para o prémio ALMA, Nuno Marçal sublinhou o lado social do seu trabalho com o bibliomóvel.
«É o que eu gosto de chamar os medicamentos e as aspirinas contra a solidão e o isolamento», disse.

«Há três aldeias onde só vou por causa de uma pessoa», explicou na altura o bibliotecário, que se sente um privilegiado por ter um trabalho «muito gratificante do ponto de vista profissional e humano».
Licenciado em Sociologia e com uma pós-graduação em Ciência Documentais, Nuno Marçal foi premiado em Espanha pela Associação de Profissionais de Bibliotecas Móveis.
Em Agosto estará em Turku, Finlândia, Capital Europeia da Cultura, para falar de bibliotecas itinerantes a convite de um festival que celebra 50 anos da existência de bibliomóveis no país.
O prémio sueco ALMA foi criado em honra da escritora Astrid Lindgren, distingue escritores e ilustradores para a infância, mas também organizações que promovam a leitura e a literatura para a infância.

O artigo em texto integral pode ser consultado em http://sol.sapo.pt/inicio/Cultura/Interior.aspx?content_id=15089.

In: http://www.bad.pt/noticia/2011/04/02/bibliotecario-portugues-nomeado-para-premio-alma/

BAD lança novo jornal

Foi acabado de lançar o jornal online da associação portuguesa de bibliotecários, arquivistas e documentalistas (BAD) o “Notícia BAD”.

Na sua apresentação lê-se:
(...)

“Notícia BAD” é um instrumento de divulgação, promoção e valorização social das bibliotecas, arquivos e outras instituições que trabalhem com a informação, bem como dos seus profissionais.
“Notícia BAD” é também um elo de ligação entre profissionais, académicos e outros interessados ou de algum modo ligados a esta área profissional e científica.
“Notícia BAD” potencializa todos os mecanismos possibilitados pelas tecnologias para alargar a rede de comunicação entre os profissionais dos diferentes países de língua oficial portuguesa.
“Notícia BAD” aposta numa comunicação viva, imaginativa, actual e actuante, privilegiando as notícias mais relevantes da área, sem descurar a crónica, a opinião ou o comentário mais desenvolvidos.
“Notícia BAD” observa rigorosamente os princípios éticos inerentes às profissões da área, nomeadamente o pluralismo e a independência política, económica e religiosa.
“Notícia BAD” publica textos dos seus redactores e colaboradores convidados, mas está aberto e publicará colaborações não solicitadas, reservando-se neste último caso o direito de as editar ou mesmo de recusar a publicação, tendo em atenção este estatuto editorial.

De consulta obrigatória em www.bad.pt/noticia
 

sexta-feira, abril 01, 2011

2 de Abril – Dia Internacional do Livro Infantil

Com o objectivo de promover o gosto pela leitura junto dos mais novos, comemora-se a 2 de Abril – data de aniversário do escritor Hans Christian Andersen­ – o Dia Internacional do Livro Infantil.

A DGLB assinala esta data com a publicação de um cartaz da autoria de Bernardo Carvalho, vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Ilustração.

Todos os anos, por esta ocasião, o
IBBY – International Board on Books for Young People convida um autor para redigir uma mensagem dirigida a todas as crianças do mundo, e um ilustrador para conceber um cartaz. Este ano coube a Aino Pervik a redacção da mensagem. O cartaz é da autoria da ilustradora Jüri Mildeberg.

Câmara de Lisboa promove cordão humano de leitura no sábado

A Câmara de Lisboa promove no sábado um cordão humano entre o Chiado e o Rossio para comemorar e promover o livro e a leitura, disse à agência Lusa uma das responsáveis da iniciativa.

Susana Silvestre acrescentou que já no ano passado a autarquia tinha admitido realizar um cordão humano pela leitura na Feira do Livro, mas devido ao mau tempo cancelou-o.

Apesar da iniciativa se realizar no Dia Mundial do Livro Infantil, é dirigida ao público adulto, integrando porém atividades dedicadas aos mais novos, nomeadamente animação de rua, contos, cabeçudos e uma feira do livro infantil, a realizar na Livraria Bertrand, ao Chiado.

"Traga um livro, convide um amigo e faça parte da história" é o repto para que os munícipes adiram à iniciativa que tem como ponto de encontro a entrada para a estação do metro Baixa/Chiado.

Para quem não levar um livro, a Câmara disponibiliza alguns exemplares em sistema de "book crossing" (livros em circuito, que são identificados como tal e que podem ser utilizados por quem os encontra devendo ser deixados em locais públicos para que outros os leiam).

Um manifesto poético, com frases pintadas em vários dos locais a percorrer pelo cordão, fazem ainda parte da iniciativa, referiu Susana Silvestre, da Divisão de Gestão de Bibliotecas da Câmara de Lisboa.

"És tu dentro de mim o tamanho desta cidade" e "A poesia animal destas pessoas sempre a correr" são algumas das frases que integram o manifesto poético e podem ser lidas ao longo do percurso do cordão humano.

A atuação dos grupos de percussão Paradiddle, constituído por 51 crianças da Escola Básica 2, 3 Fernando Pessoa, e dos catalães El posador (O botão) consta também da programação.

Lusa


In: http://sic.sapo.pt/online/noticias/cartaz/Camara+de+Lisboa+promove+cordao+humano+de+leitura+no+sabado.htm

Librarians in Fashion

Vejam: http://www.youtube.com/watch?v=TMYRRWT3JSU

2º Encontro «De mãos dadas com o sonho e a leitura»

Realiza-se no próximo dia 6 de Abril, o 2º Encontro «De mãos dadas com o sonho e a leitura» promovido pelo Município de Palmela.

O encontro, que decorrerá no Auditório Municipal de Pinhal Novo, contará com a participação do Comissário do
Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral.

A participação é gratuita. Inscrições através do telefone 212 336 638 (Ilda Soares ou João Matos) ou do e-mail db@cm-palmela.pt.


Para mais informações: http://www.cm-palmela.pt/NR/rdonlyres/F1917642-1BE6-45B3-8019-4A2B4CEFB91B/63401/DeMaosDadas1.pdf

In: http://rcbp.dglb.pt/pt/noticias/Paginas/2EncontroPinhalNovo.aspx